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Não leu? Veja o texto do colunista Arimatéa Souza acerca do Dia dos Pais

Da Redação. Publicado em 17 de agosto de 2019 às 16:30.

Foto: Reprodução/ Internet

Viver anualmente o Dia dos Pais é ser invadido por uma dupla e intensa sensação. De um lado, o resgate de bons momentos vividos que não retornam mais. 

Mas também é comprovar, renovadamente, a força e a atualidade de tantos ensinamentos recebidos, acumulados e praticados na convivência paterna por várias décadas.

De outra parte, reforça a necessidade, mediante a força do exemplo, de transferir esse legado aos filhos, com a constatação de que o maior patrimônio, que ninguém pode lhes tirar, é o repasse de valores imateriais, que na essência (e na plenitude) é um ato de amor.

Nesse mergulho no passado, resgatando lembranças, imagino que talvez tenha faltado, de minha parte, um mais enfático e sonoro muito obrigado.

Mas certamente o instinto de paternidade tenha recolhido isso a cada aurora, na contemplação silenciosa de que um filho é uma espécie de recado, de gesto que fazemos à posteridade.

* Fonte: coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza e publicada diariamente no Paraibaonline.com.br 

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