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Fernanda Gentil diz que se preparou para apresentar Criança Esperança mais que Copa

Folhapress. Publicado em 18 de agosto de 2019 às 19:04.

Foto: Reprodução/ Instagran

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CRIS VERONEZ

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A jornalista Fernanda Gentil, 32, afirma que o Criança Esperança é o seu projeto mais importante na Globo. Ela é mobilizadora e uma das apresentadoras da 34ª edição do programa, que acontece nesta segunda-feira (19), após a novela “A Dona do Pedaço”.

“Quando fui convidada, me preparei como nunca fiz nem para uma Copa do Mundo. Li o roteiro, estudei, vi referências para entender o Brasil que estamos vivendo”, afirmou Gentil durante ensaio da atração na última quinta (15).

Fã assumida de Sandy e Junior, primeira dupla a se apresentar na atração, Gentil afirma que vai tentar não tietar os cantores. “Vou tentar me controlar e ser mais profissional, mas não garanto nada”, diz, aos risos.

O show contará também com diversas outras apresentações. Ivete Sangalo vai cantar “Eu Apenas Queria que Você Soubesse”, e Michel Teló e Elba Ramalho, “Bate Coração”. Já Gilberto Gil e Anitta interpretam “Palco”.

Marília Mendonça, Luan Santana e a dupla Matheus e Kauan trazem a verve sertaneja em versões repaginadas de clássicos da MPB. Tiago Abravanel e Jennifer Nascimento defendem “Pega na mentira”.

Iza e Karol Conka interpretam “Roda Viva”, em alusão à questão racial no Brasil. Enquanto Lulu Santos e Buchecha revivem “Tempos Modernos”. Com muito samba,  Thiaguinho e Péricles encerram o show.

Criança Esperança é uma parceria da Globo com a Unesco. Segundo a emissora, mais de 4 milhões de crianças e jovens já foram beneficiados. A campanha deste ano terá uma rede de 31 mobilizadores, que inclui atores, cantores, influenciadores digitais e jornalistas. Desde junho, eles visitam as 91 instituições beneficiadas nas cinco regiões do Brasil.

 Mãe de Gabriel, 3, e Lucas, 11, Fernanda Gentil diz que procura ensinar os filhos a terem responsabilidade social.

“Tenho a Caslu, uma associação beneficente. Tento trabalhar dialogando bastante com meus filhos. Desde pequenos detalhes até visitar uma instituição que a Caslu ajuda, que tem 115 crianças de dois a quatro anos iguais a eles só por fora, mas por dentro são outras questões, outra realidade.”

Azevedo, 33, ressalta o quanto o projeto foi importante em sua vida: “Talvez hoje eu não estivesse na TV, sendo essa referência que vocês dizem, se não fossem as doações. Elas permitiram que eu estudasse na escola Spetaculo [escola de teatro fundada por Marisa Orth e Gringo Cardia, que já foi beneficiada pelo Criança Esperança]. Sou exemplo e confirmação de que as doações fazem de fato diferença.”

Mobilizadora há cinco anos, Leandra Leal, 36, diz que sempre foi uma pessoa que tem responsabilidade social e que luta pelas causas nas quais acredita.

“É impossível ser feliz sozinho. É necessário lutar por uma sociedade mais igual e justa.”

Intérprete da ativista Luiza na série “Aruanas”, recém-lançada no Globoplay, a atriz fala sobre a importância de jogar luz a temas como o desmatamento na Amazônia. Assim como a série, o Criança Esperança vai propor uma reflexão sobre o meio ambiente, entre outros temas.

”Aruanas’ foi um trabalho que uniu duas paixões da minha vida, que são a arte e o ativismo. O meio ambiente é uma das pautas mais importantes que estamos vivendo. Se o desmatamento na Amazônia passar para um ponto que não permite mais retorno, a floresta começa a se degradar. Vivemos uma situação muito séria, que impacta diretamente o nosso futuro.”

Dira Paes, 50, afirma que visitar uma instituição que atua com crianças vítimas de câncer e que será ajudada com o projeto foi um grande desafio.

“Tinha muita dificuldade de entrar em hospitais ou creches que abraçam crianças com câncer (…) Encarar suas agonias de frente te causa uma transformação. Perdi uma sobrinha [que tinha câncer] quando ela tinha 13 anos e foi muito difícil passar por cima disso.”

Fundador do Instituto Reação, o ex-judoca e apresentador Flávio Canto, 44, diz que a instituição viveu uma grande mudança quando recebeu o apoio do Criança Esperança no início dos anos 2000. Ele conta que hoje a ONG tem 1800 alunos.

 “Temos 19 anos de histórias de sucesso, como a Rafaela Silva, que foi campeã olímpica.”

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