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Sindicalista de CG deixa partido: “Não adianta ficar onde não tenho voz”

Da Redação. Publicado em 12 de julho de 2019 às 21:30.

Foto: Paraibaonline

Em entrevista nesta sexta-feira, o suplente de vereador e sindicalista, Wilton Maia, comentou pela primeira vez sobre a sua saída do partido Podemos.

Wilton havia assumido o diretório do partido em Campina Grande há menos de três meses, e segundo ele, a decisão foi muito bem pensada.

De acordo com o sindicalista, muitas coisas contribuíram para que ele deixasse a legenda, mas o fator mais relevante foi a coerência ideológica.

– Foi tudo muito tranquilo. Antes da decisão eu já havia conversando com Galego do Leite acerca do posicionamento que o partido estava tomando em âmbito nacional. Era bastante constrangedor para mim, visto que as pautas que eles estavam defendendo nacionalmente são pautas que eu não acredito – afirmou.

Segundo Wilton, a partir do posicionamento do partido, sua permanência iria de encontro aos seus princípios.

– A gente tem falado tanto dessas questões de ordem ideológica, e que os partidos não têm mais ideologia… Mas, as pessoas têm. Eu tenho! E tenho princípios também – ponderou.

Ele contou que, vários pontos influenciaram no seu desvinculo, entre eles, a reforma da previdência proposta pelo governo do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PSL), a falta de discussão do partido sobre questões de saneamento em âmbito nacional, e ainda, a omissão em debates de temas relevantes.

Wilton afirmou ainda, que a sua saída não tem ligação com nenhum tipo de interesse pessoal ou de oportunismo, afinal, entregou os cargos do partido e, consequentemente, a suplência.

– Não faz nenhum sentido ser figura decorativa! Não adianta ficar onde não tenho voz. Para ficar dessa forma, sem intervenção política, eu saio – disse.

*As informações foram veiculadas na rádio Correio FM.

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