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Advogados de Ricardo Coutinho comemoram resultados da Aije do Empreender

Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba). Publicado em 27 de julho de 2019 às 9:00.

Foto: Paraibaonline

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Muito embora não se tenha ainda a proclamação do resultado do julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, conhecida como a Aije do Empreender de autoria do Ministério Público Eleitoral, mas a votação da Corte Eleitoral paraibana, na sessão dessa quinta-feira (25), até o momento em um placar de 4 x 2 votos, é favorável à manutenção da elegibilidade do ex-governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB).

Os advogados de defesa do ex-governador e da vice, Lígia Feliciano (PDT) já se dão por satisfeitos com o resultado e comemoraram o julgamento. Contudo ainda falta o voto final do presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Carlos Martins Beltrão Filho, que vai votar neste processo, conforme reforma do Regimento Interno, que determina agora o voto do presidente não apenas para o desempate, mas também em decisões do colegiado que envolvem casos de inelegibilidade e cassação de mandatos.

O julgamento ficou suspenso e só retorna à pauta da sessão da próxima terça-feira (30), com o voto do presidente que pediu vistas sob a alegação de que se trata de um processo muito complexo e que requer a máxima fundamentação do voto como discorreu o juiz federal Sérgio Murilo Wanderley Queiroga, que divergiu do voto do relator da matéria, desembargador José Ricardo Porto.

Para ele, o ex-governador agiu com abuso de poder político e econômico para garantir o pleito. “Extrapolaram o abuso de poder para obter dividendos políticos eleitorais”, disse em seu voto.

Para o advogado Marcelo Weick avaliação é altamente positiva até porque já se tem os votos da maioria no sentido de afastar a gravidade das condutas no exercício das eleições de 2014.

“Houve votos divergentes e na próxima semana nós vamos apresentar mais algumas informações que foram equivocadas, mas vamos aguardar o pronunciamento do presidente que é o último voto. Nós estamos confiantes e ainda convictos de que não haverá nenhuma decretação que eventualmente caracterize uma inelegibilidade de quem quer que seja. Julgamento se termina com proclamação dos resultados como um jogo de futebol. Vamos aguardar respeitosamente a decisão da Corte”, ressaltou.

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