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Procon-CG vai ingressar com ação contra Sindicato dos Revendedores de Combustíveis

Da Redação com Codecom/CG. Publicado em 18 de junho de 2019 às 13:04.

Estamos elaborando uma Ação Civil Pública para ingressar contra o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis em Campina Grande e Região e alguns postos, para que expliquem os motivos que os impedem de repassarem as constantes reduções de preços dadas pela Petrobras para os consumidores campinenses”, anunciou o coordenador executivo do Procon, Rivaldo Rodrigues na reunião da CPI dos Combustíveis da Câmara Municipal.

Durante duas horas os vereadores integrantes da CPI, Alexandre do Sindicato, Rodrigo Ramos e o Pastor Luciano Breno interpelaram o coordenador do Procon de Campina acerca das análises realizadas pelo órgão sobre essa questão.

Foto: Codecom/CG

Foto: Codecom/CG

Rivaldo Rodrigues explicou que já analisaram mais de 10 mil documentos oriundos de 58 postos de combustíveis localizados na cidade, que tiveram inúmeras reuniões com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis em Campina Grande e Região, Bruno Agra, e que ainda não está claro por que Campina tem os preços mais altos de todo o Estado.

“Sabemos que há uma discrepância nas reduções dadas pela Petrobras e as oriundas das distribuidoras locais, que o imposto cobrado pelo governo do Estado é alto, mas até agora nada justificou de forma convincente essa diferenciação de preços entre Campina e o restante da Paraíba. Só sabemos que o dono do posto é o último a ser o culpado”, disse.

O Procon entregou aos vereadores da CPI toda a documentação que vem sendo analisada desde setembro de 2018 e alguns relatórios mensais com preços de combustíveis pesquisados desde 2017.

O relator da CPI, vereador Pastor Breno, agradeceu as informações do coordenador do Procon sobre o caso e disse que a CPI vai buscar elementos que elucidem esta realidade de Campina. Caso não consigam uma explicação razoável, vão levar o assunto ao Ministério Público, para que o mesmo possa interpelar as distribuidoras.

Além dos vereadores e do coordenador Rivaldo Rodrigues, participaram da audiência os assessores jurídicos do Procon Kelly Agra e Raymundo Asfora Neto. A próxima audiência da CPI ficou agendada para o dia 15 de julho.

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