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Dom Dulcênio: A história e o presente da Igreja de Campina Grande é pujante

Ascom. Publicado em 16 de maio de 2019 às 16:06.

Foto: Ascom

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A festiva Celebração Eucarística dos 70 anos de criação da diocese, ocorrida na noite de terça-feira (14), reuniu, na Catedral Diocesana, o clero local, os bispos antecessores, autoridades públicas, religiosos e dezenas de fieis e devotos de Nossa Senhora da Conceição.

Sob presidência do bispo diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, a missa solene contou também com a concelebração do bispo auxiliar de Fortaleza, Dom Valdemir Vicente Andrade Santos, convidado para assessorar a formação dos padres e diáconos da diocese, que acontece nesta semana, no Centro Diocesano de Formação, no bairro do Tambor.

A presença dos bispos antecessores
O momento de ação de graças trouxe à catedral os três antecessores de Dom Dulcênio: o arcebispo emérito de Natal, Dom Matias Patrício, 5° bispo de Campina Grande; o arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, 6° bispo desta diocese; o arcebispo metropolitano da Paraíba Dom Frei Manoel Delson, 7º bispo diocesano .

A mensagem do pastor diocesano foi de gratidão, seu semblante de alegria foi refletido em suas palavras, durante a homilia.

Foto: Ascom

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Na ocasião, Dom Dulcênio agradeceu a Deus pelas sete décadas de missão da Igreja Particular de Campina Grande, situada no Planalto da Borborema.

“Uns plantam e outros colhem. Agradeço ao Senhor pelo serviço dos que já passaram e estão na eternidade. Mas, agradeço pelo serviço, pelo amor e doação de dom Matias, Dom Jaime e Dom Delson. Agradeço aos padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas por todo o bem que fazem a esta igreja”, externou Dom Dulcênio.

No dia 14 de maio a Igreja faz memória de São Matias Apóstolo, o escolhido para compor o colégio apostólico, sucedendo Judas.

Nesse sentido, o bispo de Campina Grande falou da importância desse grande homem, o qual Deus se serviu para implantar o seu reino.

Contemplando a eleição divina de Matias, Dom Dulcênio lembrou: “ O Senhor, como chamou Matias, ainda continua a chamar a todos nestes 70 anos de caminhada; Ao longo dessas sete décadas, bispos, padres, diáconos, religiosos e religiosas, leigos, o povo Cristão têm produzido frutos e acolhido ao chamado do Nosso Senhor”.

“A história e o presente da Igreja de Campina Grande, é pujante em bravas atitudes de apostolado, correspondendo aos anseios de cada época, não obstante tantas dificuldades vencidas ou que estamos a vencer”, destacou Dom Dulcênio.

Por fim, reiterou que o Senhor continua a chamar, jovens, adultos e idosos a edificarem a Igreja Particular, seja na complexidade da zona urbana ou na simplicidade da zona rural das cidades interioranas.

“Sejamos testemunhas da fé católica, sejamos braços generosos, pessoas disponíveis a missão da Igreja do Senhor na Diocese de Campina Grande”, exortou o bispo diocesano.

Por sua vez, o padre Luciano Guedes, pároco da catedral e vigário geral da diocese, em sua fala pragmática e de agradecimento, lembrou do primeiro bispo diocesano, Dom Anselmo Pietrulla.

Nessa reminiscência, contou como foi sua chegada às terras campinenses e leu a primeira saudação de Dom Anselmo, aos diocesanos, antes da possem em Campina Grande. Abaixo um pequeno trecho da mensagem:

“A Igreja de Campina Grande é de um valor incomensurável, e se confunde com as grandezas de suas aspirações com a altivez de seus sentimentos e com a imensidade de seu bem fadado futuro”.

Na ocasião, Pe. Luciano emocionou toda assembleia ao revelar que o cálice e a patena usados na celebração dos 70 foram usados na missa de instalação da diocese em 14 de maio de 1949. O material faz parte do acervo histórico da diocese, guardado na catedral diocesana.

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