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Colunista resume a nova fase da Operação Xeque-mate

Da Redação. Publicado em 23 de maio de 2019 às 22:25.

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Nas auroras sempre tensas da terra tabajarina, em tempos recentes, ontem foi colocada na rua mais uma fase da Operação Xeque-Mate, deflagrada a partir da quase obsessão do empresário Roberto Santiago (dono do Manaíra Shopping) de inibir qualquer tipo de concorrência em seu segmento econômico, mesmo que essa disposição o levasse a trilhar caminhos ilegais e até inimagináveis.

O principal alvo da vez foi o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Fernando Catão, que teria facilitado, em algum estágio, a escalada criminosa de Santiago.

Para autorizar essa nova fase da Operação, a procuradora-geral da República Raquel Dodge mencionou um “esquema criminoso”, sendo necessária a ação policial para “reunir provas de um esquema envolvendo o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos com o propósito de impedir a construção de um shopping”.

Ao se pronunciar na sessão de ontem do TCE, Catão afirmou que “fui surpreendido em minha residência e aqui no gabinete por ação judicial de busca e apreensão levada a efeito pela Polícia Federal. Em que pese o desconforto da medida, não me traz nenhuma estranheza”.

Ainda conforme o conselheiro, “estamos num estado de direito onde todos os cidadãos estão sob o regime da lei e notadamente os agentes públicos, em um momento tão difícil de um Brasil para os agentes públicos.”

“Tenho a consciência tranquila, plena e absoluta, de que agi dentro da legalidade, cumpri todos os prazos do Tribunal (…) Agi dentro das minhas competências, da minha legalidade e dentro do meu juízo de valor. Estou tranquilo e não perdi, não perco e não perderei nenhum minuto do meu sono a respeito desse assunto.”

*fonte: coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

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