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Vereador critica suposta associação de crime na UEPB a militantes de direita

Da Redação. Publicado em 2 de abril de 2019 às 18:38.

 

Foto: Paraibaonline

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Sargento Neto, vereador de Campina Grande, criticou nesta terça-feira (2) que alguns estudantes “esquerdopatas” da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teriam supostamente associado o crime de ontem a militantes de direita ou extrema-direita.

Ele garantiu ter ouvido um áudio com esse conteúdo. “Veja só a mentalidade que nossos alunos estão sendo formados e a ideologia que está sendo impregnada nas universidades. Não por todos, mas por uma grande parte. Isso nos preocupa muito”, afirmou.

A ideologia a qual o parlamentar se refere é “marxismo”, um conjunto de ideias elaboradas a partir do pensamento de Karl Marx e Friedrich Engels.

O marxismo, para Sargento Neto, é um “vírus” que doutrina os estudantes a pensarem de “forma errônea” e “controversa”.

O crime de ontem na UEPB deixou 16 pessoas feridas. Um grupo armando invadiu a universidade e assaltou um carro-forte que levava malotes de dinheiro para uma agência bancária localizada na Central de Integração Acadêmica. Houve tiros no local.

“Imediatamente ligaram para nossos guerreiros de verdade, os policiais militares, nossos heróis”, afirmou, acrescentando que não ligaram nem para a Biblioteca nem entregaram buquê de flores para os assaltantes pararem de disparar.

“No momento da necessidade, no momento do socorro, o primeiro pensamento que vem dos esquerdopatas, dessas pessoas que são doutrinadas a pensarem erroneamente, é ligar para o 190 e pedir o auxílio das forças policiais” sublinhou.

Por outro lado, o parlamentar elogiou o trabalho dos vigilantes. Um foi atingido de raspão, mas outro foi baleado.

“Esses são verdadeiros guerreiros”, disse. Sargento Neto também chamou de “heróis” os policiais militarem que atuaram no caso.

“Já aqueles que estavam de Fuzil 762, para quem tanto fez quanto tanto faz se eles matarem um pai de família, um policial ou um estudante – esses que muitas pessoas protegem como vítimas da sociedade – para mim não são vítimas da sociedade, são marginais”, pontuou.

“Houve questionamento de que precisamos de mais livros. Sou bem sincero a dizer… Eu precisei de livros para entrar na Polícia Militar, mas hoje nós, os policiais militares, precisamos de armas para defender aqueles que usam os livros erradamente”, arrematou.

Com informações da Rádio Caturité FM.

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