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Novo chefe de gabinete da PMCG comenta chegada ao cargo e eleições de 2020

Da Redação*. Publicado em 8 de abril de 2019 às 11:32.

O ex-deputado estadual Bruno Cunha Lima tomará posse esta semana na Chefia de Gabinete da Prefeitura de Campina Grande, após algumas mudanças na equipe do prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Em entrevista nesta segunda-feira, 8, Bruno frisou que assumir a pasta será um novo desafio e que a conversa com o prefeito sobre gerir uma secretaria já durava algum tempo.

O ex-parlamentar destacou que estará assumindo a secretaria não porque precisa de um emprego, mas porque terá a chance de contribuir com o desenvolvimento de Campina Grande.

– Eu venho para somar, para agregar. Foi nesse sentido o convite. As pessoas têm tido uma exigência cada vez maior de participação nos ambientes de poder, de transparência nesses ambientes de poder. Então, na perspectiva de gestão, a minha vinda vem para somar, para reforçar esse conjunto de boas práticas administrativas, para produzir abertura e ainda mais transparência, e chamar as pessoas para participarem cada vez mais desse processo – explanou.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

Bruno também comentou a intenção de candidatar-se a prefeito da cidade nas eleições de 2020, mas salientou a preocupação de não antecipar o processo eleitoral.

– A preocupação que eu tive com o prefeito Romero foi de não misturar “alhos com bugalhos”. Eu disse: “prefeito, estamos num ano pré-eleitoral e há diversas intenções de diversos atores de participarem ativamente da sua sucessão. No instante em que o senhor me alça à condição de chefe de gabinete, naturalmente as luzes e holofotes serão acesos nesse sentido. Então, eu tenho uma preocupação de que não antecipemos o processo eleitoral, pois não é saudável nem para a administração e nem para a cidade” – detalhou.

E continuou:

– É obvio que eu tenho as pretensões políticas. Eu fui o vereador mais votado em Campina na minha eleição, fui o deputado estadual mais produtivo durante o meu mandato, agora como candidato federal fui o mais votado na cidade. Isso consolida uma discussão para participar do momento político de 2020. Agora isso vai acontecer, não vou dizer que em 2020, até porque precisamos definir partido, pois estou sem partido e, mais especificamente, tem que se discutir com quem faz parte do cenário: de forma mais ampla com a própria cidade, e de forma setorial com os aliados, os vereadores, os suplentes e lideranças que estão no entorno dessa discussão. Não adianta de nada Bruno ir para um partido se ele não contribuir com a discussão para os vereadores, que a partir da próxima eleição não existirá mais coligação proporcional – pontuou.

*Informações da Correio FM

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