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CRM-PB pode interditar hospitais de cidades do Sertão e Cariri

Da Redação*. Publicado em 12 de abril de 2019 às 11:27.

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba pode interditar a Maternidade Peregrino Filho em Patos, Sertão, e o Hospital Geral de Taperoá, no Cariri. Isso porque, após denúncias, a Organização Social Gerir, que administra essas unidades de saúde, teve seus bens bloqueados após investigação da Polícia Federal, o que impossibilitou a OS de receber os repasses do governo do Estado.

Os hospitais estão sem insumos básicos, sem condições de fazer cirurgias, e os médicos e funcionários em geral estão sem receber.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

De acordo com reportagem da Rádio Campina FM, no dia 21 de março, a equipe de fiscalização do CRM esteve em Patos e confirmou que a maternidade estava desabastecida de medicamentos, cobrou providências ao Estado e denunciou o caso ao Ministério Público da Paraíba e ao Ministério Público Federal.

Ainda de acordo com a reportagem, o diretor de fiscalização do CRM, João Alberto Pessoa, disse que novas denúncias foram realizadas e os técnicos farão visitas para ver a necessidade de interdição.

Ontem, técnicos do Conselho visitaram o hospital de Taperoá que está sem repasse para manutenção há três meses e, além dos salários atrasados, os insumos estão faltando, as cirurgias foram suspensas e os médicos atendem apenas casos de extrema urgência.

O Estado diz que espera um parecer da Procuradoria Jurídica, para intervir na Casa de Saúde, mas até o momento nada foi feito.

No início de abril, o MPF em Patos obteve liminar na Justiça obrigando o Gerir a abastecer a maternidade e determinando que os salários em atraso fossem pagos em um prazo de 15 dias em todas as unidades administradas por ela, mas a determinação não foi cumprida.

*As informações são da Rádio Campina FM

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