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Centro Cultural Casa da Pólvora recebe o cantor e compositor cearense Tom Canhoto

Da Redação com Secom/JP. Publicado em 21 de abril de 2019 às 8:16.

O cantor, compositor e violonista Tom Canhoto volta a se apresentar em João Pessoa. Desta vez no Centro Cultural Casa da Pólvora, onde faz show neste domingo (21), a partir das 16h30, em mais uma edição do Pólvora Cultural, realizado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio de sua Fundação Cultural (Funjope). A apresentação é gratuita e faz parte da programação do AnimaCentro.

No show deste domingo (21), Tom Canhoto será acompanhado por Sadá (bateria), James (guitarra), Clodoaldo Pessoa (teclado), Luizinho (contrabaixo) e Wellington (sanfona). A apresentação contará ainda com a participação especial de Rômulo Gondim – irmão de Tom –, que vai recitar o poema ‘Navio negreiro’, de Castro Alves.

O artista cearense vai apresentar seu trabalho autoral, cantando músicas como ‘Dizem que dizem’, ‘Quem mandou me chamar’ dentre outras que marcam sua trajetória de três décadas na Música Popular Brasileira e parcerias com Celso de Alencar, Chico Pereira, Chagas Correa, Lula Sibemol, Val Macambira, Kenedy Costa, Tomás Farias, dente outros compositores.

Nascido em Fortaleza, Tom Canhoto morou em João Pessoa por mais de uma década e conviveu com artistas paraibanos. Participou de várias coletâneas e lançou os discos “Viagem do pensamento” (1990) e “Pau de dar em doido” (2000).

O artista já dividiu o palco com Zé Ramalho, Elomar e a dupla Sá e Guarabira. A música ‘Feito um beija-flor’, parceria de Tom Canhoto, Lula Sibemol e Kenedy Costa foi gravada por Dominguinhos.

Foto: Secom/JP

Foto: Secom/JP

Para Tom Canhoto, tocar em João Pessoa representa um resgate da sua trajetória de vida, tanto pessoal quanto artística. “João Pessoa me remonta às parcerias, aos festivais que participei em especial o XXIV Festival de Músicas Carnavalescas do Sesc, o Festival de Cajazeiras 1985, os quais ganhei o primeiro lugar, bem como outros que ganhei experiências e laços musicais e afetivos”, disse o artista.

O músico, que diz se sentir “cearaibano”, elogiou a iniciativa da PMJP de levar cultura ao Centro Histórico.

“Tenho um carinho especial pelo projeto AnimaCentro, pela proposta de revitalizar o Centro por meio das atividades culturais com muita qualidade. Já tive o prazer de tocar no Pôr do Sol do Hotel Globo, agora vou me apresentar na Casa da Pólvora e estou feliz por fazer parte desse processo”, afirmou.

O projeto – O Pólvora Cultural faz parte do AnimaCentro, programa que tem como objetivo ocupar os espaços históricos revitalizados pela atual gestão com uma programação cultural diversificada no Parque da Lagoa, Praça da Independência, Hotel Globo, Praça Rio Branco, Pavilhão do Chá, Centro Cultural Casa da Pólvora, Casarão 34 e Praça Antenor Navarro.

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