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Presidente da CMCG promete reforçar Frente em Defesa dos Direitos da Mulher

Da Redação*. Publicado em 13 de março de 2019 às 8:01.

A condição social da mulher já avançou em muitos aspectos no país, mas a violência e a baixa participação política ainda são barreiras a superar. Essa é a avaliação da vereadora Ivonete Ludgério (PSD), presidente da Câmara Municipal de Campina Grande.

O comentário dela foi feito nessa terça-feira (12), em entrevista coletiva após a realização da sessão especial alusiva ao Dia Internacional da Mulher, na Casa de Félix Araújo. Ela foi autora da propositura juntamente a Pâmela Vital do Rêgo (MDB) e João Dantas (PSD).

Foto: Ascom

Foto: Ascom

Ivonete disse ver avanços no que se refere ao aumento do número de mulheres no mercado de trabalho e na questão da igualdade salarial no serviço público, embora tenha ressaltado que a diferença persista na iniciativa privada e que em algumas profissões ainda é baixo o número de trabalhadoras.

Por outro lado, avaliou que a violência é o pior dos problemas que as mulheres enfrentam atualmente. Nesse sentido, para combater as agressões no âmbito municipal, ela afirmou que será reforçado o trabalho da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher.

A outra questão com que se mostrou preocupada tem a ver com a participação política. Saiu em defesa de partidos e coligações serem obrigados a destinar uma cota mínima de 30% para mulheres dentre os candidatos inscritos para a disputa eleitoral.

“Se houve alguém que usou erroneamente, que pague. Nós todas não podemos pagar”, afirmou ao se referir às denúncias nacionais de que alguns partidos teriam lançado candidaturas “laranjas”, isto é, de fachada, apenas para não descumprir a lei.

A presidente mostrou-se ainda “com grande prazer” pelo fato de que na quarta-feira (13), mais uma mulher, a suplente ‘Dona Fátima da Vila Cabral’, vai assumir por 120 dias o cargo de vereadora, em substituição ao parlamentar Galego do Leite (Podemos).

“Pra mim seria um prazer grande se a partir dos próximos mandatos a gente pudesse ter mais do que uma só mulher, como eu fiquei por muito tempo aqui”, afirmou. Atualmente, ela e Pâmela são as únicas mulheres atuantes como vereadoras da Casa.

*Com informações da Rádio Caturité FM

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