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Prefeitura de Campina Grande estuda implantação de SVO no município

Da Redação*. Publicado em 18 de março de 2019 às 12:53.

A Prefeitura de Campina Grande enviou para a Câmara Municipal um projeto que visa viabilizar a instalação de um Serviço de Verificação de Óbito (SVO) para o município. Este serviço é destinado apenas para capitais, para o Distrito Federal ou para localidades com mais de 2 milhões de habitantes.

A informação é do coordenador da Vigilância em Saúde, Miguel Dantas, que ressaltou a importância da instalação desse equipamento no município, tendo em vista que Campina Grande é referência em saúde para mais de 190 municípios da Paraíba, além de outros estados.

Ele ressaltou que, como Campina Grande é passagem para quem vai do Sertão para João Pessoa, que é o local onde há o SVO no Estado, além de abranger outras regiões, que somadas dão o número de habitantes solicitados para a implantação do serviço, além de outras características do município, é possível realizar o projeto e solicitar do Ministério da Saúde o Serviço de Verificação de Óbito.

Foto: Reprodução/ Internet

Foto: Reprodução

Miguel Dantas explicou que o serviço é diferente do que é realizado no Instituto Médico Legal (IML), pois abrange uma série de profissionais de saúde e da segurança do trabalho.

– É um serviço de investigação de óbitos e esclarecimento de causa mortis. São localizados em capitais, no Distrito Federal, ou em cidade de grande porte, que tenha que ter dois milhões e meio de habitantes. Mas Campina Grande por ser polo, ser passagem para outros estados, seria justo termos um SVO no município e é tecnicamente viável. Campina Grande agrega uma região considerável e assim diminuiria a travessia do estado para fazer o serviço na Capital – disse.

Para funcionar, precisa atender a regramentos de operacionalidades padrões, determinadas pelo Ministério da Saúde.

– O Serviço de Verificação de Óbito vai pormenorizar a investigação de como ocorreu o óbito, é algo mais apurado, atendendo à legislação vigente do estado, município e país. Deve se adequar às Normas Regulamentadoras que regulamentam a saúde do trabalhador e precisa de uma equipe multidisciplinar da área da saúde – disse.

*As informações são da Rádio Campina FM

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