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Diretor explica situação do Isea e elenca superlotação como maior problema

Da Redação. Publicado em 7 de fevereiro de 2019 às 22:03.

O diretor do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), Mário de Oliveira Filho, concedeu na manhã desta Quinta (07), entrevista à rádio Cariri FM. Durante sua fala, o diretor esclareceu algumas das questões levantadas pelos vereadores na última sessão da Câmara Municipal.

Segundo Mário o problema central do Instituto é a superlotação.

– A gente costuma sempre dizer que a cada leito que se disponibiliza no ISEA, se fixa um leito nas cidades circunvizinhas que drenam para Campina Grande. É uma matemática que nunca vai fechar, a não ser que se tome outras atitudes – afirmou.

Quando perguntado a respeito do que pode ser feito em caráter de urgência para melhorar a situação do hospital, o diretor relembra a atitude tomada pelo prefeito Romero Rodrigues e pela secretária de saúde Luzia Pinto.

– A atitude é ousada. Estamos ampliando os leitos para acomodar as parturientes e puérperas. Isso vai permitir que alguns pontos nevrálgicos de dentro da instituição sejam equacionados – pontuou.

Segundo ele, estão sendo construídos 24 novos leitos que estão em fase de aguardo para início de funcionamento, pois será necessária a contratação de novos.

– Também em andamento, outro ponto nevrálgico na Instituição é a UTI neonatal. Pois se essa questão do afluxo de gestantes e parturientes é além, a gente tem um aumento da prematuridade e esse aumento redunda em usar leitos da UTI neonatal – ponderou.

Ele reforça que é importante lembrar que existe a necessidade da assistência pré-natal e neonatal.

-O momento agora é de todos darem as mãos e começar a procurar e a encontrar e a executar as soluções técnicas que já estão conhecidas. Eu acho que se eu pudesse ajudar nesse conjunto de discussões, será essa a minha posição- disse.

Segundo o Mário de Oliveira, hoje, 65% dos pacientes atendidos pelo Instituto são de outros municípios, inclusive de outros estados. O número equivale a cerca de dois ⅔ dos atendimentos totais.

Quando questionado sobre a criação de uma maternidade regional, o diretor afirma que seria uma ótima solução, mas não descarta as dificuldades para isso.

*As informações foram veiculadas pela rádio Cariri FM

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