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Secretário informa sobre vagas do concurso da Prefeitura de Campina

Da Redação*. Publicado em 29 de janeiro de 2019 às 11:09.

O secretário de Administração da Prefeitura de Campina Grande, Paulo Roberto Diniz, falou sobre o concurso público anunciado pelo prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Conforme Paulo, uma comissão foi formada já no ano passado e que esta tem se reunido quinzenalmente, para discutir as vagas e as maiores demandas.

Foto: Paraibaonline

– O levantamento é feito em função dos servidores que se aposentaram nesse período, ou se afastaram por qualquer outro motivo, para que essas vagas sejam repostas. Especificamente, na Secretaria de Educação haverá um maior número de vagas, bem como na Saúde. Na Educação é em função do crescente número de aposentadorias, creio eu em face do terrorismo em torno da reforma da Previdência. Na Saúde, porque há uma movimentação muito grande na saída de profissionais. Mas, também teremos vagas na Secretaria de Obras, na de Serviços Urbanos, e talvez na Procuradoria do Município. Será algo em torno de 400 a 500 vagas – frisou.

Em relação ao número de prestadores de serviço na cidade, o secretário destacou que alguns serão substituídos após o concurso, mas que essas vagas preenchidas de forma temporária estão dentro da lei.

– Para você ter uma ideia, semana passada eu assinei cerca de 120 portarias da Educação com licenças-prêmios. Seria uma irresponsabilidade se houvesse concurso para preencher essas vagas, pois uma licença prêmio é de seis meses. Serviços Urbanos, por exemplo, é impossível preencher vagas da limpeza pública com pessoal efetivo. A cada mês a mobilidade dessa secretaria é de 40 pessoas, sai 40, entra 40. Se fosse fazer concurso, quebraria a prefeitura – explanou.

Sobre a demissão de mais de mil prestadores de serviço da PMCG, Diniz explicou que essa saída é normal, pois no mês de janeiro, que é de férias, as escolas e creches estão fechadas.

– Estão fechadas todas as escolas, todas as creches no mês de janeiro. Seria irresponsabilidade que no mês de janeiro e fevereiro houvesse pessoas contratadas. É uma parada nesses meses que gera uma economia de R$ 3 milhões. Não há um número fixo de prestadores de serviço, eles são chamados de acordo com a demanda. É um contrato provisório e todos esses prestadores sabem disso – finalizou.

*As declarações repercutiram na Rádio Correio FM

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