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Presidente da ACCG defende união de entidades para cobrar mais segurança

Da Redação. Publicado em 7 de dezembro de 2018 às 16:47.

 

Foto: Paraibaonline

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O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande, Marcos Procópio, comentou sobre a violência na cidade e o fechamento de estabelecimentos comerciais por falta de segurança.

– A criminalidade não atinge só os estabelecimentos comerciais, mas a também o modo de vida das pessoas. As pessoas modificaram os seus hábitos e o comércio também. Há ruas, como a Getúlio Vargas, em que estabelecimentos fecharam por incapacidade de garantir a segurança – frisou.

Ele classificou a explosão no supermercado ‘Bom Que Só’, ocorrida na última terça-feira (4), como um ato de terrorismo.

– Esse último fato ocorrido no supermercado não foi mais um relacionado a um mero problema de segurança pública. Me pareceu um ato de terrorismo, onde explodiram o supermercado. O empreendedor campinense investe todo o seu tempo, seu recurso, sua vida para investir na cidade. Esse supermercado foi inaugurado em setembro e agora o empresário já tem a incapacidade de colocá-lo em funcionamento. Sem falar que dezenas de empregos foram perdidos. Então, precisamos enfrentar isso com mais realismo e entrar numa pauta mais concreta – comentou.

Marcos defendeu que deve haver uma união de todas as instituições, da população, da imprensa, entre outros, para colocar a segurança como a pauta número um na cidade.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM.

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