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Hospital Universitário de Campina Grande vai desligar funcionários temporários

Da Redação com Ascom. Publicado em 6 de dezembro de 2018 às 15:46.

Foto: Ascom

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Em nota uma nota enviada à imprensa nesta quinta-feira, 6, a direção do Hospital Universitário Alcides Carneiro, informou que 49 prestadores de serviço serão desligados a partir do ano que vem.

Confira a nota na íntegra:

COMUNICADO

O Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC-UFCG), da Universidade Federal de Campina Grande e vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), informa que serão desligados 49 trabalhadores temporários a partir de 1º de janeiro de 2019, os quais possuíam vínculo funcional mediante processo seletivo simplificado realizado em 2009. De forma legal, a suspensão dos contratos é feita pela Reitoria da UFCG.

Nesta quinta-feira (6), os funcionários foram comunicados da decisão bem como dos critérios para escolha dos profissionais que serão desligados.

Os preceitos para encerramento do contrato com os trabalhadores foram definidos em fevereiro deste ano por uma comissão elaborada para este fim.

A seleção dos trabalhadores temporários se deu com base em dois critérios previamente definidos, registrados em ata de reunião realizada em 16 de fevereiro de 2018:

· absenteísmo (assiduidade, disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade);
· tempo de serviço: saem primeiro os mais antigos.

Os profissionais que serão desligados já tinham conhecimento de que seriam substituídos quando da chegada dos funcionários contratados pela Ebserh, que foram convocados ao longo deste ano e estão atuando na unidade.

Ainda será mantido o contrato com um contingente de temporários (equivalente ao número de vagas estratégicas existentes para futura nomeação de concursados) para que não haja prejuízo aos serviços oferecidos pelo HU.

Desde a adesão do hospital à Ebserh, já foram contratados mais de 300 funcionários aprovados em concurso público.

Por fim, o HUAC lamenta o desligamento dos profissionais, mas a medida é necessária, visto que a instituição precisa se ajustar ao quadro permitido e autorizado pelo Ministério do Planejamento para o porte (864 funcionários) e os serviços oferecidos.

Cabe ressaltar que o hospital cumprirá todas as obrigações legais em relação aos trabalhadores temporários.

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