Fechar

logo

Fechar

CRM cobra de políticos atuação enérgica para solucionar a superlotação no Isea

Da Redação*. Publicado em 6 de dezembro de 2018 às 10:42.

Uma audiência pública realizada nessa quarta-feira, 5, em Campina Grande, discutiu o problema de superlotação do Instituto Elpídio de Almeida (Isea) com entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público, Conselho Regional de Medicina, Secretaria de Saúde, entre outros.

O CRM foi o organizador do evento após levantamento feito pela entidade, o qual mostrou que mais de 65% dos atendimentos realizados na maternidade são de gestantes de outros municípios. O Isea realiza uma média de 700 partos mensais e é referência para mais de 160 municípios da Paraíba.

O presidente do CRM, Roberto Maglione, comentou que a superlotação no Isea tem causado uma assistência desumana às mulheres e que é preciso que a opinião pública se mobilize e cobre das autoridades competentes melhorias para o atendimento materno-infantil do Estado.

Foto: Reprodução/Internet

– O Isea é uma assistência desumanizada. As mulheres se acumulando em macas ou cadeiras de rodas e ninguém merece isso. É preciso que toda a opinião pública se mobilize para que a assistência ao parto aqui melhore. Existem muitos problemas, e um deles é que os municípios vizinhos absolvem recursos para a saúde, mas não aplicam na assistência à população. Os partos que deveriam ser feitos nos hospitais locais são transferidos para Campina Grande, que só tem uma maternidade pública e atende mais de 160 municípios – disse.

Ele pediu que os políticos da cidade se mobilizem em prol da causa.

*As informações são da Rádio Campina FM

Matérias Relacionadas
Simple Share Buttons

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube