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TSE: menos de 1% das urnas precisaram ser substituídas no país

Folhapress. Publicado em 28 de outubro de 2018 às 22:34.

 

Foto: Reprodução/ TSE

Foto: Reprodução/ TSE

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O segundo turno das eleições foi marcado por problemas pontuais que levaram à substituição de menos de 1% das urnas e à abertura de 13 inquéritos para apurar a suspeita de crimes eleitorais.

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foram registradas 480 ocorrências diversas com eleitores, das quais 236 resultaram em prisões.

Não houve problemas registrados com candidatos, de acordo com o tribunal.

Além dos inquéritos abertos pela Polícia Federal até o início da noite deste domingo (28), também foram registrados 56 termos circunstanciados, tipo de registro usado para casos considerados de menor potencial ofensivo.

Ao todo, 66 pessoas foram conduzidas para depoimentos. Também houve 13 apreensões, que somam R$ 4 mil.

De acordo com o TSE, 4.658 urnas foram substituídas em todo o país até as 18h46.

Esse número representa 0,90% das 519.649 urnas disponibilizadas para votação e contingência, uma queda em relação a 2014, quando 1,15% das urnas foram substituídas.

Os estados que tiveram mais urnas substituídas foram São Paulo (860 urnas), Rio de Janeiro (613) e Minas Gerais (543).

Houve votação manual nos municípios de Apuí (AM), Cordislândia (MG), Saubara (BA) e Magé (RJ).

Para a chefe da missão de observação eleitoral da OEA (Organização dos Estados Americanos) e ex-presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla, o baixo número de ocorrências registrado nas eleições mostram que o processo ocorre de forma positiva.

“Estamos positivamente impressionados. Temos democracias menores com ocorrências muito mais altas que as que hoje vemos [no Brasil]”, afirmou, após visita ao Centro Integrado e Comando e Controle Nacional.

“Em uma eleição que não era fácil para o Brasil, com amadurecimento, [eleitores] compreenderam que as diferenças políticas se resolvem de maneira institucional e através do exercício do voto”, disse.

Pela manhã, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, elogiou o trabalho da Justiça Eleitoral e disse que o país vive hoje “uma festa bonita da democracia”.

“Dá uma sensação de alegria, de trabalho realizado, de mais um passo. É uma festa bonita da democracia”, disse.

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