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Colunista comenta a pesquisa do Ibope sobre a eleição para presidente

Da Redação. Publicado em 24 de outubro de 2018 às 20:37.

Foto: Montagem/Paraibaonline

Os números da nova pesquisa do Ibope acerca da sucessão presidencial, divulgados na noite de ontem pela TV Globo, provocaram uma espécie de alento na campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

Nem tanto pelo resultado – 57% a 43% – nos votos validos, mas pela oscilação em termos de rejeição: a de Jair Bolsonaro (PSL) aumentou 5 pontos percentuais, e a rejeição ao petista caiu seis pontos percentuais.

Esses números, à primeira vista, retratam a série de fatos políticos adversos que a campanha do ´capitão´ protagonizou, notadamente a divulgação do vídeo no qual o seu filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), menospreza as atribuições e a importância do Supremo Tribunal Federal.

O açodamento de correligionários de um favorito, de tratar acerca de decisões políticas e administrativas futuras antes da realização do 2º turno, é um procedimento vez por outra punido exemplarmente pelo eleitorado.

A aparente sorte de Bolsonaro é que se sobrepõe às derrapadas de sua campanha um desmedido sentimento antipetista, que abre mão da racionalidade em favor de uma aversão caudalosa.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 208 municípios nos dias 21 a 23 de outubro. A pesquisa está registrada sob o protocolo BR‐07272/2018.

*fonte: coluna Aparte, com o jornalista Arimatéa Souza. Para ler a coluna inteira, acesse AQUI.

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