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Alckmin e Marina adaptam hashtag de protestos para pedir votos

Da redação com Folhapress. Publicado em 2 de outubro de 2018 às 12:39.

Foto: Montagem/Reprodução

GÉSSICA BRANDINO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após as manifestações de mulheres contra Jair Bolsonaro (PSL), a hashtag #Elenão foi adaptada pelos presidenciáveis Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) na propaganda eleitoral no rádio desta terça-feira (2).

Marina, que participou dos protestos contra Bolsonaro no Largo da Batata, em São Paulo, usou o próprio discurso nos atos, em que pede oportunidades para as mulheres e igualdade salarial e usa a hashtag #Elassim.

Já o tucano Alckmin usou o slogan #Elesnão para se colocar mais uma vez como a opção ao extremismo do PT e de Bolsonaro, colocados como “dois lados da mesma moeda”.

A campanha do tucano disse ainda que, com Fernando Haddad (PT), o país será dirigido da cadeia e que o petista foi reprovado como prefeito, além de lembrar os escândalos de corrupção na Petrobras. “Bolsonaro não, nem o PT do Petrolão”, diz a letra de um dos jingles do horário tucano.

Haddad, por outro lado, não usou a hashtag e focou seu tempo em propostas na área da educação.
Ciro Gomes (PDT) pediu ao eleitor não votar contra o PT ou Bolsonaro e reforçou que ganha a disputa em segundo turno.

Já Henrique Meirelles (MDB) fez críticas ao candidato que não entende nada de economia, em menção a Bolsonaro, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) se colocou como defensor das causas sociais.

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