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16 Estados têm situação crítica com relação aos gastos com pessoal

Da Redação. Publicado em 24 de outubro de 2018 às 22:42.

Enquanto os candidatos que disputam a sucessão presidencial (e alguns governos estaduais) chafurdam na tentativa de desconstrução incondicional dos adversários e na priorização de temas secundários (ou não inerentes) para quem vai ocupar a cadeira presidencial, o mundo real permanece crescentemente desafiador.

É o caso da relevante reforma previdenciária, que está empoeirada desde que começou a propaganda gratuita no rádio e na TV.

Levantamento promovido pelo jornal Folha de São Paulo mostra que em 2022, quando chegará ao fim o mandato dos governadores que estão sendo eleitos este ano, em 16 estados e no Distrito Federal já estarão gastando acima de 80% de suas receitas somente com despesas com pessoal.

Há quatro estados com situação calamitosa, caso preservadas as condições previdenciárias atuais: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Nesses casos, em 2022 de cada 100 reais arrecadados, 95 reais serão gastos com pessoal.

No caso da Paraíba, conforme o estudo já referido, sem reforma previdenciária o governador eleito João Azevedo (PSB) deixará o cargo (ou tentará a reeleição) em 2022 gastando com o funcionalismo R$ 82,90 de cada R$ 100 de receitas.

*fonte: uol e coluna Aparte, com o jornalista Arimatea Souza

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