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Presidente da ACCG: Precisamos modernizar a relação de trabalho e garantir emprego

Da Redação*. Publicado em 4 de setembro de 2018 às 11:06.

O presidente da Associação Comercial de Campina Grande, Marcos Procópio, defende que o Brasil tenha uma legislação que se amolde a outras nações, para garantir emprego e dignidade aos cidadãos.

De acordo com ele, atualmente no país há mais de 12 milhões de desempregados; 6,8 milhões de pessoas em subempregos; 23 milhões de jovens da geração ‘nem nem’, que nem estuda e nem trabalha; e mais de 20 milhões de pessoas que sobrevivem com uma renda de R$ 230 mensais.

Foto: Paraibaonline

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– Existe uma necessidade urgente de inserção dessas pessoas no mercado de trabalho para garantir o presente e o futuro delas também, para quem for se aposentar, ou já está, possam receber pelo que gastaram a vida inteira trabalhando. Hoje temos três países que demandam mais de um terço da população mundial, que é a China, a Índia e os Estados Unidos e, nestes, não tem esses direitos que o Brasil tem hoje. Esses são motores econômicos com mais de 2 bilhões de pessoas com menos privilégios que o Estado brasileiro. Precisamos mudar isso e garantir que o emprego chegue nas mãos das pessoas, sob o risco de ter uma nação de inúteis sem a garantia de aposentadoria ou de quem vai se aposentar – comentou.

Procópio ressaltou que é preciso que o país se nivele com as regras internacionais, caso contrário o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) continuará menor com relação a outros países.

– Precisamos modernizar nosso processo e fazer com que essa relação de trabalho esteja alinhada com as condições internacionais impostas, porque senão vamos viver a vida comprando produtos de fora, porque não conseguimos fazer esse processo de modernizar a legislação, nossa forma de trabalho e gerar riqueza. Hoje temos um exército gigantesco de pessoas que precisam de emprego, existe competitividade internacional em relação aos postos de trabalho. Estão se falando de indústria 4.0, revolução digital, substituição de emprego pela máquina e crescimento econômico. Ou a gente encara os fatos e a realidade como ela está posta, ou todos os debates serão inúteis e, como tudo no Brasil, esperamos até o último momento para tomar algum tipo de decisão – ressaltou.

*As informações são da Rádio Campina FM

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