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Candidato do PSOL opina sobre reforma trabalhista e escola sem partido

Da Redação. Publicado em 8 de setembro de 2018 às 10:07.

Foto: Paraibaonline

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Durante entrevista à Rádio Campina FM, o candidato ao Senado, pelo PSOL, Nelson Junior, ainda comentou sobre assuntos como escola sem partido e ideologia de gênero, políticas públicas para as mulheres, redução da maior idade penal, reforma trabalhista

No primeiro caso, ele disse que não existe ideologia de gênero, e que o temo foi criado por um setor para se opor a essa situação na sociedade, porém discutir o gênero, e com a pessoa se ver nele e coloca no mundo, é fundamental.

– É fundamental discutir e levar esse debate para as escolas. Como as pessoas se veem e se colocam no mundo? Porque não se pode debater isso? Assim como a escola sem partido. Campina Grande aprovou a lei da mordaça e isso é um absurdo. Precisamos formar um cidadão crítico e não uma pessoa limitada – opinou.

Com relação ao tema políticas públicas para mulheres, o candidato ressaltou que é preciso avançar na questão da saúde, oferta de condições de qualificação profissional e outros, mas também que as mulheres a cada dia tenham mais espaços na política com oferta, também, de pelo menos 30% das vagas no Congresso Nacional.

Para o terceiro tema, o candidato disse que não é reduzindo a maior idade penal, que se resolver o problema da insegurança e violência no país.

– Há quem diga que se reduzir a maior idade penal, se resolve o problema da segurança, como se, a partir daí, tudo se resolvesse. Mas quando se fala de crimes contra a vida, a maior parte dele, é cometido por pessoas maior de idade. É preciso se investir primeiro em educação, no espaços de formação educacional e cultura, gerar emprego para esses jovens e os pais deles, dar espaços para que possam se desenvolver, e assim acaba as perspectiva de entrar no mundo do crime. Mas se isso acontecer, o Estado tem que dar conta dele e recuperar o mesmo, sem trancafiar em um local – comentou.

No que se refere a reforma trabalhista, Nelson Júnior ressaltou que a lei trouxe quebra de direitos dos trabalhadores. Ele classificou como absurdo o trabalho intermitente, a mulher grávida ou lactante ser obrigada a trabalhar em ambiente insalubre, mediante um laudo médico, entre outros.

As informações repercutiram na Rádio Campina FM

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