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Parceria entre fundações e a UEPB garante reabertura do MAAC em Campina Grande

Da Redação. Publicado em 11 de agosto de 2018 às 23:53.

Foto: Reprodução/ TV Itararé

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Localizado no bairro do Catolé em Campina Grande, e fechado desde 2016, o Museu de Arte Assis Chateaubriand (MAAC) deverá ser reaberto em breve. É que foi firmada, na última quinta-feira, 09, uma parceria entre a Fundação Pedro Américo, de São Paulo, a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Itararé, e a Universidade Estadual da Paraíba.

O reitor da UEPB, Rangel Júnior, em entrevista à TV Itararé comentou sobre as dificuldades que a universidade tinha de manter o museu e as motivação para a desativação do prédio.

Ele lembrou que a UEPB recebeu o museu de arte contemporânea do Governo do Estado, assim como o projeto, os recursos para a construção em 2008 e toda a execução da obra, mas o gerenciamento seria feito pela universidade.

Após quatro anos da inauguração, a UEPB enfrentou problemas financeiros para manter o funcionamento e decidiu fechar as portas.

-A partir de 2012, passamos a ter dificuldades enormes no sentido de assegurar as atividades permanentes desde espaço, porque passamos a ter muitas restrições de ordem orçamentária e as demandas continuavam, mas o orçamento não acompanhava esse crescimento e fomos obrigados a tomar um conjunto de medidas, tanto que em 2016 decidimos pela suspensão das atividade – relembrou Rangel.

O reitor citou que desde esse período, tentava realizar parcerias com instituições, porém com o objetivo de que a Universidade gerenciasse a casa.

– Há um ano e meio, começamos alguns diálogos essencialmente com o doutor Dalton Gadelha. A partir de iniciativas que começamos a vislumbrar uma possibilidade de uma parceria para a universidade, junto com as fundações Padre Anchieta e Pedro Américo, que pudesse assegurar que esse patrimônio público pudesse ser devolvido efetivamente à sociedade, em sua plenitude e sem custo à universidade.

A parceria firma um convênio para a concessão do espaço pelo período de 25 anos.

O diretor cultural da Fundação Pedro Américo, Dalton Gadelha, disse que as instituições vão bancar todas as despesas, no que se refere a manutenção, ampliação do museu e a realização de atividades relacionadas à tecnologia, sendo que a UEPB será a gestora do espaço.

– Faremos uma gestão que vai possibilitar que o museu volte a funcionar, e que tenha vida longa servindo ao nosso povo e ao nossos estado. Faremos um planejamento para abertura, e isso vai depender mais da Fundação Padre Anchieta, pois pretendemos trazer para cá a exposição do Castelo Ratimbum, que foi sucesso absoluto em São Paulo, visto por mais de 4 milhões de pessoas, e poderá estar na reabertura do museu – disse.

Foto: Reprodução/ TV Itararé

Foto: Reprodução/ TV Itararé

Dalton destacou que, a data para a reinauguração do MAAC ainda não está definida, mas o público pode criar boas expectativas, pois serão garantidas ações culturais e tecnológicas.

A diretora-presidente da fundação Pedro Américo, Gisele Gadelha, ressaltou que essa parceria vai proporcionar ganhos para a arte, para cultura e para a educação.

– Vamos colocar esse equipamento tão maravilhoso para voltar a funcionar e a atingir seus objetivos maiores, que é chegar a população e levar a cultura, a música. Isso é muito importante para nossos jovens, que precisam disso para vivenciar um mundo muito diferente do que o que está aí. A nossa Fundação tem esse papel primordial, que é atingir a sociedade de uma forma ampla e completa, e com esse instrumento vamos poder fazer isso – destacou.

As informações são da TV Itararé

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