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Gerente de Saúde comenta sobre aumento nos casos de doenças transmitidas pelo Aedes

Da Redação. Publicado em 24 de agosto de 2018 às 17:20.

Foto: Paraibaonline

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A gerente em Vigilância em Saúde de Campina Grande, Rossandra Oliveira, afirmou que houve um aumento nas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti na cidade, com 124 casos confirmados de Zika, 833 casos notificados de dengue e 564 confirmados, e de Chikungunya são 56 confirmados.

Em entrevista nesta sexta-feira, 24, Rossandra destacou que apesar do aumento, a cidade não vive uma epidemia, e que já há uma queda na curva epidemiológica.

Em relação a 2017, ela salientou que houve um aumento 243% nos casos dessas doenças e que a cobertura nos bairros de Campina Grande precisa de um incremento, tendo em vista que a cidade está sempre em expansão.

– Aquela área que pra gente é Três Irmãs, mas que abrange bairro Verdejante, Cinza, Rocha Cavalcante, Acácio Figueiredo, Portal Sudoeste, Portal Campina, era uma área rural e já está se transformando numa área urbana, pois já está chegando no Sítio Lucas. Se olhar para a Palmeira, a mesma coisa está acontecendo. Estamos numa expansão grande e por isso estamos trazendo os problemas que são de mata, não só a dengue, que causa mortes, mas a leishmaniose, leptospirose, acidentes de animais peçonhentos, que pouco se divulga, mas o número de chamadas por picadas de escorpião é muito grande. E por que acontece isso? Porque eu não armazeno meu lixo correto, invado o habitat daquele animal e ele vem nos dar a resposta. E com o Aedes não é diferente – explanou.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM, nesta sexta-feira, 24.

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