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Ricardo: “Eu quero que João enquadre aquele menino (Lucélio)”

Da Redação. Publicado em 16 de julho de 2018 às 22:52.

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Último orador do evento que o PSB realizou no final de semana em Campina Grande, Ricardo Coutinho prognosticou que Veneziano “vai ser o senador mais votado” da Paraíba, “e vai derrotar o atraso da política aqui dentro do Estado”.

“Companheiro de caminhada, nutrimos (RC e Vené) uma admiração profunda, um pelo outro”, registrou.

“Eu tenho alguns desejos na vida. Quem de nós não tem? Talvez um dos desejos meu fosse tentar contribuir lá no Senado. Achei melhor não fazer isso (…) Resolvi ficar para garantir esse projeto”, declarou RC.

“Eu fui em busca de quem pudesse representar esse novo momento que a Paraíba vivencia (…) Olhei para um lado e para o outro, e vi que não tinha outro nome capaz de derrotar aquele que envergonha a Paraíba no Senado (menção a Cássio), por suas posições, por sua mesquinharia”, fustigou o governador.

“Vené tem talento, compromisso e força política”, aditou.

Ricardo disse que “eu governo a Paraíba, desde que tiraram Dilma, sob fogo cruzado”, e o senador ´tucano´ “conspira de manhã, de tarde e de noite para a Paraíba não receber um centavo sequer” do governo federal.

“A história deles (oposição) é pequena, mesquinha. É a política da miudeza”, opinou.

O socialista afirmou que “não estamos passando pela crise (nacional), mas vencendo a crise”.

Ele reafirmou que “preferi ficar (no governo) para garantir esse projeto”, destacando adiante que o seu governo “foi o que mais construiu estradas no Brasil nos últimos anos”.

Noutro trecho de sua fala, o governador disse que “eu quero que João (Azevedo) enquadre aquele menino (referência a Lucélio Cartaxo).

“A Paraíba estará (com João Azevedo) nas melhores mãos possíveis. Não dá comparar”, adendou.

“Eles (oposição) vivem de factoides. Recentemente uma pretensa pré-candidata (referência a Micheline Rodrigues) criticou que não teriam sido repassadas verbas pelo Estado a uma instituição de caridade (de Campina) que cuida de crianças. E a PMCG há seis meses não dá 1 real a essa instituição (Casa da Criança Dr. João Moura). E nos últimos anos o Estado repassou para lá quase duas vezes o que a prefeitura transferiu”, discursou RC.

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

O governador disse que “precisamos sepultar, de uma vez por todas, aqueles que acham que o povo é gado; aqueles que se acham donos de uma cidade inteira, como se a cidade fosse um curral”.

“Na política – prosseguiu -, quando você erra o troco tem que ser dado pelo povo, no voto”.

resistência de setores da oposição campinense quando do processo de suspensão do racionamento d´água.

RC se referiu ao setor municipal de saúde e observou que “se o Hospital de Trauma não existisse, não existiria saúde pública em Campina, porque a PMCG não consegue fazer. Acabaram com tudo”.

De acordo com Ricardo, “na política, a família não pode estar acima do povo. Eles (adversários) não acham isso. Não têm essa concepção”.

“Estão sustentando a política toda da Paraíba aqui dentro de Campina”, atacou RC.

Coutinho afirmou que “Campina vai ser fiel e reconhecer a postura de Veneziano”.

“Veneziano terá, disparadamente, a maior votação para o Senado aqui (CG)”, projetou.

*fonte: coluna Aparte, com o jornalista Arimatéa Souza. Para ler a coluna inteira, acesse AQUI.

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