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 Em parceria com ONG, Hospital de Piancó realiza cirurgias plásticas em crianças

Da Redação com Secom/PB. Publicado em 11 de julho de 2018 às 16:59.

Foto: Reprodução/ Internet

Foto: Reprodução/ Internet [ilustrativa]

O Hospital Regional de Piancó Wenceslau Lopes, que integra a rede estadual, realizou nesta segunda-feira (9), a chamada Operação Sorriso, atendendo com cirurgias crianças com fissura palatina (má-formação no céu da boca) e lábio leporino (separação do lábio superior).

A ação do projeto, que beneficiou duas crianças, é uma iniciativa da Organização Não Governamental Love Together Brasil, em parceria com o Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A diretora geral do Hospital de Piancó, Inêz Cristina Palitot Remígio Leite, disse que a importância de realizar essas cirurgias é poder dar atendimento digno aos pacientes.

“Vamos buscar cada vez mais parcerias para que essas cirurgias sejam rotineiras na nossa unidade. Quando os pacientes são atendidos aqui, proporcionamos mais comodidade e bem estar para o paciente e a família”.

A cirurgia para corrigir o lábio leporino geralmente é feita a partir dos três meses do bebê, se estiver com boa saúde, dentro do peso ideal e sem anemia. Já a cirurgia para corrigir a fenda palatina pode ser feita quando o bebê tiver, aproximadamente, 18 meses.

“A audição é uma área que pode ser afetada por causa dessas deformidades. A disfunção do céu da boca leva a uma disfunção da tuba auditiva. Então, o grande risco para essas crianças é perder a audição e, perdendo a audição, dificulta também o aprendizado da fala. Quando a cirurgia é feita adequadamente e no tempo certo, os riscos são minimizados”, informou o cirurgião plástico voluntário Dr. Evando Lauritzen.

As crianças beneficiadas na Operação Sorriso estão inseridas em Programas Sociais do Governo Federal, como o Bolsa Família, sendo este um dos principais requisitos para a triagem e, consequentemente, a cirurgia.

Só serão realizados os procedimentos em pessoas com deformidades congênitas e não meramente estéticos. Para tal, voluntários da ONG Love Together Brasil fazem visitas domiciliares e aplicam um questionário socioeconômico com as famílias e, em seguida, caso se enquadrem nos critérios, são chamadas para a avaliação e a realização da cirurgia.

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