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Procurador explica motivação de pedido de ilegalidade da greve da saúde em Campina

Da Redação*. Publicado em 8 de junho de 2018.

O Tribunal de Justiça da Paraíba decretou, nessa quarta-feira, 6, a ilegalidade da greve dos servidores da saúde de Campina Grande.

Os profissionais disseram que vão continuar paralisados até receberem a notificação oficial e que hoje, 8, será realizado um ato público.

Foto: Paraibaonline

De acordo com o procurador-geral do município, José Fernandes Mariz, a decisão de pedir a ilegalidade partiu da prerrogativa de que o município deve exercer os serviços básicos, em especial os de saúde.

– No momento em que agentes de saúde e os de combate às endemias param suas atividades, isso reflete nas campanhas de prevenção da dengue, nas campanhas de vacinação. Temos a campanha contra a influenza que o município tinha que atingir um índice de 90%, e com a paralisação total dos agentes, atingimos apenas 50%, o que acarreta a população procurar os leitos hospitalares, ocupando vagas, quando na verdade poderia ter sido prevenido – disse.

Mariz ainda falou sobre os salários dos profissionais de saúde. Disse que os servidores recebem pelo menos R$ 500 a mais que a mesma categoria em cidades com porte maior que Campina.

Ele explicou que os atrasos do pagamento dos servidores é devido à demora do repasse por parte do Governo Federal, pois os servidores da saúde são pagos com verbas federais.

*Informações da Rádio Campina FM

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