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Procura pelo gás de cozinha cresceu 1.000% em Campina Grande

Da Redação*. Publicado em 13 de junho de 2018.

A greve dos caminhoneiros trouxe grandes transtornos à população. Quase 15 dias após a finalização oficial do movimento, alguns serviços ainda estão sendo afetados, como é o caso da venda do gás de cozinha em Campina Grande.

Foto: Paraibaonline

Na cidade, entre outras da região e também de outros estados do país, está difícil de se encontrar o gás de cozinha para compra.

Segundo o vice-presidente da Associação dos Revendedores de Gás da Paraíba, Arruda Neto, a demanda no Porto de Suape, em Pernambuco, ainda não foi normalizada e a procura pelo produto, por parte do consumidor final, cresceu 1.000%.

– Devido aos 10 dias de movimento, o centro de distribuição em Suape ainda não colocou em dia a demanda. Devido a isso, o carregamento chega em atraso nas cidades, não só Campina Grande, mas em todas da Paraíba. Eles estão trabalhando com a capacidade máxima, mas não estão conseguindo suprir a demanda do produto. O consumidor ficou com receio de faltar o produto e começou a comprar mais – disse.

Segundo Arruda, devido à demanda, o preço do frete e as horas extras dos trabalhadores, o preço do produto está variando de R$ 65 a R$ 70 em média.

Ele acredita que o preço possa normalizar quando a procura diminuir e que isso deve acontecer em breve.

– Em Campina Grande, o produto é vendido em apenas 10 revendedoras e não estamos conseguindo fazer a entrega porque a demanda está grande. Antes, tínhamos uma demanda de 30 entregas por hora e agora é de 300 por hora – disse.

*Informações da Rádio Campina FM

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