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Prefeitura de Campina espera que faturamento do São João supere o ano passado

Da Redação. Publicado em 9 de junho de 2018 às 9:48.

Foto: Paraibaonline

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As últimas horas para abertura do Maior São João do Mundo causa a sensação de ‘coração a mil’ para os idealizadores e realizadores do evento. Com o segundo ano consecutivo de uma gestão público-privada, entre a Prefeitura de Campina Grande e a empresa Aliança Comunicação, a 35ª edição do evento garante surpreender com a estrutura, a mudança no layout e o show pirotécnico.

Apesar da mudança no dia da abertura, devido a paralisação dos caminhoneiros que deixou a cidade desabastecida, a secretaria de Desenvolvimentos Econômico de Campina Grande, Rosália Lucas, acredita num crescimento maior que o ano passado.

Segundo dados de uma pesquisa realizada pela 6Sigma, o São João de Campina Grande movimentou, em 2017, R$ 190 milhões na economia local, sendo que destes R$ 75 milhões veio do turismo que movimentou toda a cadeia do comércio, serviços e produtos.

– São 3 mil empregos temporários dentro e fora do Parque do Povo. No ano passado circulou no Quartel General do Forró, R$ 12 milhões juntando ambulantes, barraqueiros, quiosques, restaurantes, então temos essa consciência de termos o maior evento da Paraíba que impacta diretamente a cidade e o estado. Somos o quarto maior evento do Brasil. Diante dessa greve dos caminhoneiros e a crise político-econômica, o mês de junho é um privilégio para a economia local, pois é quando se atrai o turismo do Brasil e deixa o dinheiro aqui no nosso estado – disse, durante entrevista à Rádio Campina FM.

Com o evento culminando com a Copa do Mundo, Rosália acredita que será um diferencial e que o faturamento econômico será maior na cidade.

Ainda na entrevista, a secretária comentou sobre a controversa envolvendo o a empresa Aliança e a redução no número de ambulantes, inicialmente prevista, para atuarem no Parque do Povo.

Ela disse que diante do caso, o prefeito Romero Rodrigues interviu diversas vezes para que a empresa pudesse liberar mais ambulantes para trabalharem durante a festa.

– É uma questão difícil. Eles tem uma visão técnica, tendo em vista que deveria ser reduzido o número de ambulantes para aumentar a capacidade de público com relação ao espaço. Mas as ações na gestão pública devem não devem ser verticalizadas e sim na horizontal, olhando nos olhos do povo. Tivemos que abrir mão de algumas coisas para poder abrigar os ambulantes que atuam há mais de 20 anos no evento, como forma de gerar renda para suas famílias. E o prefeito, na sua sensibilidade, consegui convencer a empresa para liberar que todos os 145 ambulantes pudessem atuar no Parque do Povo – disse.

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