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Infectologista diz que não há motivo para pânico em relação a agulhadas no PP

Da Redação*. Publicado em 13 de junho de 2018 às 10:50.

O médico infectologista Jaime Araújo comentou sobre os riscos de transmissão de doenças com as ‘agulhadas’ que estão sendo registradas no Parque do Povo, durante o Maior São João do Mundo.

Até o fechamento dessa matéria, já foram contabilizadas 28 pessoas, sendo 18 homens e 10 mulheres, que deram entrada no Hospital de Traumas, após relatarem terem sido vítimas de ferimentos por agulhas, do último sábado até o momento, no Parque do Povo, segundo a assessoria.

O médico informou que não há motivo para pânico, pois, em se tratando do vírus HIV, as chances de contrair a Aids por ‘agulhada’ é de 0,3%, porém, com relação às hepatites B e C são maiores.

Foto: Reprodução/ Internet

Foto ilustrativa: Reprodução/ Internet

– Os riscos dessas agulhadas são as transmissões de doenças infectocontagiosas como as hepatites B e C, sífilis e principalmente a Aids, mas uma agulha ao acaso, o risco de transmissão torna-se baixo quando são adotadas medidas cabíveis para cada caso. Pode ocorrer o risco de alguém mal-intencionado de injetar sangue contaminado, mas mesmo assim o risco é baixo e não há motivo para pânico. A transmissão do vírus HIV pela agulhada é de 0,3%, mas com relação a hepatite é maior – disse.

O médico ressaltou que as pessoas que foram vítimas do ataque devem procurar o Hospital de Traumas para passarem por exames, preconizados pelo Ministério da Saúde. Serão vacinadas com relação às hepatites e, com o tratamento para prevenir a infecção do HIV.

Jaime ainda disse que o acompanhamento do acidentado é de 90 dias a 6 meses e que o mesmo será submetido a tomar um coquetel, contra a Aids.

– O acompanhamento é feito com 90 dias e com seis meses, e quando terminado o caso, sendo negativo, poderemos ter certeza que o indivíduo não foi infectado. A medicação anti-HIV é tomado por 28 dias e durante o período de seis meses a preocupação é de manter relações sexuais com preservativos e evitar compartilhar utensílios perfuro-cortantes – disse.

*Informações da Rádio Campina FM

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