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Filho de gerente de posto morto em assalto tentou apagar provas, relata delegado

Da Redação. Publicado em 4 de junho de 2018.

Foto: Reprodução/ Internet

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Preso durante a missa de sétimo dia do pai,  Herick Ramon Diniz Gomes, de 25 anos, filho do gerente do posto de combustíveis assassinado na semana passada, tentou apagar provas contidas no celular da vítima, foi o que afirmou em entrevista nesta segunda-feira (04), o delegado Wagner Dorta [foto], responsável pelo caso.

Dorta ouviu depoimento da viúva de Severino Maciel e revelou que o mandante do crime, Herick Ramon, a procurou para pedir o celular do pai e apagar mensagens e seu número da agenda.

– Depois do latrocínio, o filho, o Herick, se dispôs a ir na delegacia, mas a todo momento queria o celular do pai. Procurou a esposa atual e a todo o momento ele pedia a senha do celular. Ele insistiu tanto que ela entregou a senha, foi quando apagou várias mensagens, inclusive seu próprio nome da agenda do pai. Ele queria apagar provas – explicou.

Wagner revelou que ele assumiu o risco da morte do pai quando revelou os horários do gerente e sabia que ele poderia reagir ao assalto.

Ainda segundo o delegado, Herick já tinha passagens pela Polícia.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM.

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