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Coluna de Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Da Redação. Publicado em 9 de junho de 2018 às 13:06.

“Solidão apavora

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cantando eu mando a tristeza embora.”

Estes versos de Caetano Veloso lembram-me mamãe dizendo “quem canta/seus males espanta.”

Outro poeta já disse “que o canto é que faz o canto cantar.”

Em verdade, a boa música destina-se ao deleite. Mas, não se deve esquecer que ela também produz terror, saudade, enfim a catarse dos sentimentos. Em ambas as visões a música liberta.

Na linguagem literária, as espécies Ode, Balada. Elegia, Canção, Soneto e outras não devem ser aprisionadas ao gênero lírico. As canções, a exemplo, podem traduzir tons trágicos, grandes feitos, metalinguagens e vários sotaques.

Entretanto, a canção romântica mantém a eternidade da expressão artírstica. Bastará ouvir “Recanto”, “Rancho Fundo”, “Vai passar”, “Sertaneja”, “Bandeira Branca”, “La vie en Rose” para se perceber que música/canção não só desperta prazer. Desperta, igualmente, tristeza, Conhecimento, perplexidade, inquietude e outros estados de espirito.

Veja coluna completa AQUI

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