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Sinepec diz que classe patronal deseja retomar o diálogo com os professores

Da Redação*. Publicado em 22 de maio de 2018 às 7:48.

O vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Campina Grande (Sinepec), Paulo Loureiro, comentou sobre a greve dos professores particulares na cidade e afirmou que a classe patronal sempre desejou retomar o diálogo e negociar.

Foto: Paraibaonline

Segundo ele, a medida dos professores foi radical e que não existe questão social na greve, e sim financeira.

– O sindicato dos professores vem batendo em duas teclas de forma intensa que são: que o sindicato patronal estaria tirando os direitos dos trabalhadores, o que não se sustenta, pois os direitos estão assegurados em lei; aqueles que não estão previstos foram todos mantidos, e o que existiu foram as questões oriundas da reforma trabalhista que tivemos que readequar, principalmente aquelas que tratam do financiamento dos sindicatos, que após a reforma o desconto passou a ser opcional – ponderou.

Paulo frisou que o piso do trabalhador que menos recebe, após o reajuste, é de R$ 1.600.

– Um professor de ensino médio em Campina Grande, nas principais escolas, sem os adicionais de qualificação, como mestrado, doutorado, recebe em torno de R$ 6.900 para uma carga horária de 40 horas/aula. O sindicato patronal propõe que esse valor vá para R$7.150, e o sindicato dos professores, R$ 7.600 – explanou.

*As declarações repercutiram na Rádio Correio FM, nessa segunda-feira, 21

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