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Sindicato patronal acredita em não adesão dos professores à greve da rede particular

Da Redação*. Publicado em 17 de maio de 2018 às 8:33.

Representando a classe patronal, o vice-presidente do Sindicato das Escolas Particulares em Campina Grande, Paulo Loureiro, disse que recebeu a notícia da deflagração de greve, por parte do sindicato dos professores da rede particular de ensino, para essa sexta-feira, 18, com muito pesar.

Segundo ele, há 15 anos não havia greve da categoria em Campina Grande e que a medida dos professores seria incompatível com o movimento econômico atual do Brasil.

Ele negou que o patronal estivesse negando e tirando direitos aos professores e que acredita no diálogo para resolver a questão.

Foto ilustrativa: Reprodução/ Internet

– Não concordamos com a estratégia de negociação do sindicato dos professores, mas acredito que o diálogo é o melhor caminho. Não houve tentativa de tirar os direitos dos professores, mas não somos obrigados a apoiar o acordo dos representantes da categoria, diante do contexto econômico do país. É preciso ter serenidade para resolver a questão – disse.

Paulo ressaltou que a greve da categoria deve ser breve, pois há 15 anos, quando houve a última, esta foi de apenas um dia. Ele acredita na não adesão total ao movimento, tendo em vista que muitos dos professores da rede particular não são sindicalizados.

Enquanto o movimento grevista orienta que os pais não levem seus filhos às escolas nesta sexta-feira, 18, o sindicato patronal pede que os responsáveis liguem para as escolas para saber se terá aula e qual a adesão dos professores ao movimento.

*As informações são da Rádio Campina FM

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