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HUAC sofre com estrutura obsoleta e deve solicitar emendas para ampliar espaço

Da Redação. Publicado em 7 de maio de 2018 às 21:41.

O Ministério da Saúde liberou R$ 1,8 milhão para os hospitais universitários de Campina Grande e Cajazeiras.

O diretor-geral do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC) em Campina Grande, Homero Gustavo, disse que os recursos são previstos anualmente e liberados para cobrir custeios. O HU tem duas fontes de financiamento, segundo Homero, o Ministério da Saúde e o da Educação, e a contratualização com o gestor municipal.

De acordo com ele, do recurso vindo pelo governo federal, R$ 1,5 será para investimentos em equipamentos e na parte física do prédio e pelo menos R$ 480 para compra de medicamentos, material médico hospitalar, alimentos para pacientes internados.

– Pretendemos adquirir um mamógrafo digital e colocar um elevador lingando o pronto atendimento e as alas de internações, porque não são unidas e estão inadequadas às normas de engenharia e sanitárias – disse.

O médico ainda comentou sobre outras dificuldades enfrentadas pelo HUAC como o fato de a estrutura se antiga e é preciso que se adeque às normas exigidas, além disso não tem como expandir a estrutura de forma horizontal.

– Em 1943 quando foi construído, a área que não tinha residências e hoje têm muitas o que impossibilita a expansão. Estamos buscando, junto a Ebserh em Brasília, a possibilidade de ser verticalizar a edificação. Estão sendo estudadas alternativas, e inclusive vamos fazer uma gestão com os deputados federais no sentido de destinar recursos de bancadas e emendas para o custeio dessa possível obra, que deve ser em torno de R$ 200 milhões – disse.

Homero também ressaltou que não existe a possibilidade de o HU fechar suas portas e que a Ebserh, empresa que administra o hospital, e o MEC já liberaram a contratação de pessoal. Ao todo serão 274 profissionais de saúde, sendo 81 médicos.

– Não há motivo de preocupação em relação ao destino do HU é um hospital de ensino que serve como estágio para muitos profissionais de saúde. O que temos problemas é com a falta de leitos. Somos um centro de referência no tratamento de doenças infecciosas como AIDS e hepatite, além de ser referência em oncologia pediátrica e por isso não temos leitos suficientes para atender a demanda. Com relação a área ambulatorial, não temos dificuldades nenhuma em atender todos os pacientes que chegaram ao hospital – concluiu.

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