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Contas da Câmara de Campina são aprovadas com ressalvas pelo TCE

Da Redação com Ascom. Publicado em 30 de maio de 2018 às 21:10.

O Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (30), emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2013 do ex-prefeito de Triunfo, Damísio Mangueira da Silva, a quem impôs o débito de R$ 548.584,40.

Damísio respondeu pelo registro não documentado de pagamentos de precatórios (mais de R$ 400 mil), gastos sem justificativa com serviços de arquitetura e percepção indevida de salários por alguns servidores. Cabe recurso da decisão tomada conforme proposta do conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo, relator do processo.

Também foram reprovadas as contas de 2012 do ex-prefeito de Umbuzeiro, Antonio Fernandes de Lima, citado para a devolução de R$ 326.731,50 por despesas irregulares com transporte estudantil, conforme voto do relator Antonio Cláudio Silva Santos. Também cabe recurso. O prefeito de Água Branca, Everton Firmino Batista, teve as contas de 2017 aprovadas pelo Tribunal.

PESAR – Aberta às 9 horas, a sessão plenária foi suspensa, instantes depois, após o julgamento das contas oriundas de Água Branca acompanhado por alunos do 3º período do Curso de Direito do Unipê conduzidos pelos professores Carlos Bráulio da Silveira Chaves e Sulamita Escarião.

A suspensão decorreu do lamentável falecimento, ontem, do pequeno Bernardo, o neto de apenas três anos do conselheiro Nominando Diniz, dando-se a retomada dos trabalhos às 14 horas, com tempo suficiente para as condolências de membros e servidores à família enlutada, a quem o TCE também encaminhou Voto de Pesar proposto pelo conselheiro André Carlo Torres Pontes.

Foram aprovadas as prestações de contas das Câmaras Municipais de Alagoinha, Patos, Campina Grande (com ressalvas), Junco do Seridó, Tacima, Coremas (com ressalvas), Paulista, Condado, Umbuzeiro, todas referentes a 2017, e Brejo do Cruz, 2016. As contas de 2017 da Câmara de Damião foram reprovadas por despesas irregulares ordenadas pelo presidente Raimundo Azevedo Melo, a quem foi imposto débito superior a R$ 17 mil. Ele ainda pode recorrer dessa decisão.

Conduzida pelo presidente André Carlo Torres Pontes, a sessão plenária teve as participações dos conselheiros Arnóbio Viana e Marcos Costa. Também, as dos conselheiros substitutos Antonio Cláudio Silva Santos, Antonio Gomes Vieira Filho e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público de Contas esteve representado pelo procurador geral Luciano Andrade Farias.

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