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Campina Grande - PB

Coluna de José Mário: A morte do mestre Massaud Moisés

14/04/2018 às 13:21

Fonte: Da Redação

Por José Mário da Silva (*)

Para Diego Leite Severo, leitor contumaz da ensaística de Massaud Moisés

Depois de Eduardo Portella, Antonio Candido, José Louzeiro, Macos Accioly, Nelly Novaes Coelho, agora foi a vez de Massaud Moisés ser visitado por aquela a quem o grande poeta Manuel Bandeira chamou de A dama branca e A indesejada das gentes. Escritor prolífico e autor de paradigmáticas obras no campo da Teoria, Crítica e Historiografia literária, Massaud Moisés, ao longo de mais de meio século de ininterrupta travessia universitária, tornou-se, inclusive para o autor destas linhas tocadas de funda emoção memorialística, inafastável referência para quem anelava iniciar-se no fascinante território dos estudos literários de modo seguro, contando com os fundamentos norteadores de um mestre do porte do criador de Literatura: Mundo e Forma.

Professor titular da Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo, com profícua atuação nos campos da Teoria Literária, História da Literatura Portuguesa e Brasileira, Massaud Moisés, é o que se pode depreender do contato cuidadoso com os seus inúmeros escritos e publicações, impôs-se, no cenário acadêmico nacional, como um brilhante código onomástico sinônimo de uma práxis existencial visceralmente vinculada ao fenômeno literário, por ele encarado como um complexo espaço estético-simbólico, no qual, na esteira do que preconizou Antonio Candido em seu clássico ensaio “A literatura e a formação do homem”, a humanidade de cada um de nós é confirmada.

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