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Coluna de Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Da Redação. Publicado em 15 de abril de 2018 às 11:44.

Por Elizabeth Marinheiro (*)

Ignoram-se os próximos 50 ANOS DA FUNDAÇÃO ARTÍSTICO-CULTURAL MANUEL BANDEIRA/Casa LÚCIO CUNHA LIMA. Inclusive, já se tem o cronograma festivo que irá, se DEUS quiser, de janeiro até dezembro do ANO em tela.

Como não se soube de nenhuma Assembléia Geral Extraordinária espera-se que ela seja oficiada, urgentemente.

Resolvemos, então, homenagear o Patrono MANUEL BANDEIRA convocando alguns trechos dos seus poemas.

O Imortal brasileiro soube ajustar o coloquial e o erudito, num processo tão popular quanto preciosamente estético. Adotou retórica modernista. Criador de neologismos metapoéticos. Deu ao Concretismo uma estrutura lúdica. Não minimizou a Literatura nordestina, como se constata em “Cantadores do Nordeste”. É eximio cultor das intertextualidades, a exemplo das paráfrases camonianas, pois me dizia “sou apaixonado por Camões e Mallarmé”.

CONINUE LENDO AQUI

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