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‘O crime de Carlota Lúcia de Brito: A verdade dos fatos’ é lançado nesta sexta em CG

Da Redação. Publicado em 9 de março de 2018.

Foto: Ascom

Museu dos três pandeiros [Foto: Ascom]

O professor de Direito, Mário Vinícius Carneiro Medeiros, comentou em entrevista sobre o seu livro “O crime de Carlota Lúcia de Brito: A verdade dos Fatos” que será lançado no Museu de Arte Popular (Três Pandeiros), às margens do Açude Velho, às 19h30 desta sexta-feira (9).

Ele afirmou que a obra conta a versão oficial da vida de Carlota Lúcia de Brito que, ao sair de Pernambuco em direção a cidade de Areia em 1845, se envolveu com o chefe do partido liberal da época, Joaquim José dos Santos Leal.

Segundo o professor, o livro conta a história do crime de Carlota Lúcia de Brito que, ao ser chamada de prostituta por Trajano Chacon, manda matar o líder do partido conservador da época.

Mário explicou que o livro contou com o auxílio de pesquisa de Horácio de Almeida onde, na década de 50, escreveu Brejo de Areia: Memórias de um município.

Também citou as contribuições das obras de José Américo de Almeida e Dulce Chacon, tendo seus escritos também referenciados por Horácio de Almeida.

– Carlota Lúcia de Brito foi uma pernambucana que no ano de 1845 chegou a cidade de Areia, acompanhada de uma filha. Ela uma mulher jovem, de 28 anos, bonita, dotada de uma coragem pessoal extrema, vai se envolver com o chefe do partido liberal da época, Joaquim José dos Santos Leal, solteiro, e esse envolvimento vai chocar a cidade de Areia, porque naquela época era natural o homem ter amantes – colocou.

As informações foram concedidas em entrevista à Rádio Caturité AM.

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