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Ex-diretor da FAP comenta sobre denúncias envolvendo a instituição

Da Redação. Publicado em 8 de março de 2018 às 17:17.

Foto: Ascom/CMCG

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O ex-diretor da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), médico Jairo Oliveira, afirmou que tem conhecimento sobre as denúncias que correm no Ministério Público Federal e Estadual, acerca do uso indevido dos recursos repassados para a instituição filantrópica.

As denúncias envolvem a atual administração da FAP, que tem como diretor Helder Macedo, e remetem ao uso impróprio dos recursos repassados à instituição, como a compra de celulares para uso pessoal, diárias indevidas aos conselheiros da FAP, entre outras.

A FAP é uma instituição filantrópica com sede em Campina Grande referência no atendimento e tratamento de pessoas com câncer.

Em entrevista nesta quinta-feira, 08, Jairo frisou que só pode falar da própria administração, frisando que enquanto diretor da instituição prestava contas mensalmente à população sobre a destinação dos recursos.

– O que eu posso falar é sobre a minha administração, que foi transparente. Até os recursos do telemarketing, em que o pessoal de moto é quem vai colher, todos eles, mensalmente, eu prestava contas à sociedade. Desse montante, eu tirava 60% para comprar a medicação quimioterápica, porque é um ciclo de tratamento que não pode ser interrompido. Com relação às denúncias, estão no Ministério Público e acredito na Justiça e nos promotores que estão envolvidos na causa. Vamos esperar o que vai dar essa investigação e esperamos que a FAP não seja penalizada – explanou.

Segundo ele, três torres sustentam a FAP, que são elas: a quimioterapia, radioterapia e a hemodiálise; e que os recursos, uma vez repassados, são para custear esses serviços, que são mantidos através de empresas terceirizadas.

– Esses recursos, quando repassados pela Secretaria de Saúde, já têm pagamentos destinados para empresas terceirizadas que até hoje prestam serviços à FAP, como gás, oxigênio, e se você não pagar em dia esses serviços são cancelados. Esses recursos devem ser aplicados de forma coerente, transparente e para que a população entenda para onde está indo o dinheiro. Esse dinheiro precisa ser colocado em pauta, para que mensalmente o gestor passe para a sociedade – ponderou.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM.

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