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Diocese de Campina Grande realiza Caminhada Penitencial no domingo

Da Redação com Ascom. Publicado em 13 de março de 2018 às 11:21.

Cerca de 40 mil pessoas são esperadas na 20ª Caminhada Penitencial da Diocese de Campina Grande, que acontece no próximo domingo, dia 18 de março.

Da Catedral de Nossa Senhora da Conceição até o Convento Santo Antônio de Ipuarana, Lagoa Seca, são 11 km de um percurso marcado pela fé.

A concentração na Catedral começa às 5h30 com a Santa Missa. Às 6h10, a caminhada será iniciada.

O padre Luciano Guedes, vigário-geral e pároco da Catedral, explica que o ato de caminhar, para os cristãos, é um sinal de comunhão com a história do povo de Deus.

“Peregrinar, na tradição cristã, significa viver a própria fé como um caminho que se faz para Deus. Israel caminhou, os discípulos caminharam… a Igreja caminha na História. Portanto, a procissão, o caminho, a vida é naturalmente uma expressão importante do nosso modo de ser filhos e filhas de Deus”, explica.

Foto: Ascom/ Arquivo

O percurso da Caminhada Penitencial permanece o mesmo: saída da Av. Floriano Peixoto (em frente à Catedral), Av. Manoel Tavares e BR-104 até o convento.

As recomendações são para que os fiéis ocupem sempre apenas um lado das avenidas e da BR, assim como também é sempre orientado que a caminhada não seja feita passando nas vias do Viaduto Elpídio de Almeida.

A Caminhada Penitencial é um evento que marca o tempo da Quaresma, período em que a Igreja recomenda uma intensificação na vida de oração, recomenda o jejum e indica caminhos para uma mudança de vida (conversão).

Durante a caminhada, o silêncio deve ser respeitado, para que os fiéis que participam possam viver o momento com o verdadeiro propósito proposto.

Padre Luciano Guedes reforça que o silêncio deve partir do coração dos participantes, e que, para a condução da caminhada, é necessário o som que propaga as orações e os cânticos.

“Uma maneira bonita de fazer a caminhada é guardando o recolhimento interior. Evidentemente vamos cantar, pronunciar palavras, textos e orações coletivas. Porém, tudo feito com espírito de contemplação e fé, evitando euforia e dispersão”.

O sacerdote orienta: “o tom de voz, a sobriedade, o olhar… são formas de disciplinar nosso corpo, para que ele seja neste tempo de penitência, o espaço onde Deus fala e nós O escutamos”.

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