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Coluna de Josemir Camilo: O Crime histórico de Carlota de Brito

Da Redação. Publicado em 10 de março de 2018 às 11:53.

Por Josemir Camilo de Melo (*)

O dublê de historiador e advogado, Mário Vinícius Carneiro, depois de presentear leitores com a história do clube mais popular da Paraíba, o Treze Futebol Clube, agora nos brinda, em narrativa, com restauração do processo de Carlota Lúcia de Brito, a mulher que mandou matar, em 1849, em Areia, o ex-presidente da Província da Paraíba, Trajano Alípio de Hollanda Chacon, no cenário ainda não removido dos combates da Praieira, naquela cidade.

Antes de prosseguir, vale lembrar que Carlota não seria a primeira a atentar contra a vida de um chefe político, prepotente, que a humilhara em público. Quase um século antes, uma paraibana (não se sabe se nativa ou adotada), Quitéria Bandeira de Melo, da fidalga família desse nome, foi presa em 1770, sob a acusação de ter mandado um escravo tirar a vida do Governador de Capitão-Mor da Paraíba, o Coronel Jerónimo de Castro e Mello. Este andara difamando-a pelas ruas da cidade de Nossa Senhora das Neves, dizendo que ela era ‘amiga’ do Vigário. Por esta conjuração, Quitéria passou oito anos presa, apesar da influência da família, na Fortaleza das Cinco Pontas, no Recife.

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