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Campina Grande - PB

Leia a coluna de Arlindo Almeida: Reformas, dívida pública e injustiças sociais

04/02/2018 às 12:45

Fonte: Da Redação

Por Arlindo Pereira de Almeida (*)

Na discussão sobre a reforma da Previdência, existe muita fumaça e pouco fogo, numa espécie de cortina de fumaça, diálogo de surdos que a nada conduz.

De um lado, os que fazem parte do grupo que goza dos maiores privilégios salariais e de aposentadoria, lutam para preservação do que conquistaram, em contraposição aos menos favorecidos na hora do merecido descanso após uma vida de duro trabalho.

Com efeito, os cerca de um milhão de funcionários públicos aposentados se enquadram entre os 10% mais ricos da população e neste grupo 80% estão entre os 5% mais ricos.

O que preocupa é que, de um lado, o executivo se comunica pessimamente com a população e não explica bem. Do outro lado, os grupos que são contra a reforma imprimiram um caráter ideológico à discussão. Lembro aqui o grande economista Joseph Schumpeter, ao dizer que a ideologia é uma religião, se fundamenta na fé. Os que professam esse credo, garantem, ao contrário da fé verdadeira, o paraíso na terra (se bem que para alguns poucos, como a história tem demostrado, e acontece no Brasil de hoje).

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