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Campina Grande - PB

Vereador diz que médicos do ISEA fazem ‘biquinho’ para não trabalhar

06/12/2017 às 17:37

Fonte: Da Redação

Diante da informação do Sintab, dando conta de que o Instituto de Saúde e Maternidade Elpídio de Almeida (ISEA) estaria passando por problemas no quesito superlotação e também pela falta de pagamento dos plantões dos médicos, o vereador e vice-líder do governo Romero Rodrigues na Câmara Municipal de Campina Grande, Alexandre do Sindicato (PHS) afirmou que visitou o local.

Ele ressaltou que o ISEA está superlotado, mas com pacientes de outras cidades e até de outros estados, como Rio Grande do Norte e Pernambuco.

Segundo o vereador, o ISEA tem pactuação com mais de 160 municípios do interior da Paraíba, enquanto que João Pessoa tem apenas 25.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

Alexandre reclamou que esta pactuação, realizada entre os munícipios, está acabando com a Saúde de Campina Grande e deixou um recado aos prefeitos dessas cidades.

– Essa pactuação é infeliz e miserável para Campina Grande. Esse sistema está acabando com a Saúde municipal. A oposição diz que o ISEA está superlotado, mas cobrem do governo Coutinho, que prometeu uma maternidade em cada município. Os prefeitos do interior parem de gastar dinheiro com aquilo que não é saúde e deixem de superlotar os hospitais de Campina Grande. Estes preferem gastar com gasolina e pneus de ambulância, para mandar os pacientes para cá – disse o parlamentar.

As críticas de Alexandre não ficaram por aí. Ele comentou que os médicos do ISEA reivindicam melhorias nos plantões, mas insinuou que os mesmos fazem ‘biquinho’ para não realizar o trabalho.

– No ISEA os médicos recebem os salários a contento e alegam que estão sobrecarregados, mas lá há salários acima de R$ 25 mil, devido os plantões que fazem. É a famosa história do ‘biquinho’ que é quando o trabalhador coloca dificuldades para não fazer o trabalho que tem como ser feito. Os médicos se recusam a fazer tal procedimento, alegando que não tem instrumentos disponíveis, mas não é, são eles que se recusam a fazer – criticou.

As informações repercutiram na Rádio Campina FM.

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