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Presidente do BNDES: é preciso ter boa gestão

Da Redação. Publicado em 21 de novembro de 2017 às 21:45.

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Veja um resumo da palestra do presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, nesta segunda-feira, na Unifacisa.

No breve momento no qual se referiu à hipótese de disputar o governo federal no ano que vem, o presidente do BNDES acentuou que “vamos até onde for necessário para provocar e ativar esse debate”.

O economista antecipou que em breve será lançado um programa no banco de fomento destinado aos municípios brasileiros de pequeno porte, como foco em áreas como saneamento, iluminação pública e turismo.

Noutro trecho de sua palestra, Paulo Rabello sublinhou que “é preciso o serviço público girar de forma mais eficiente. É preciso falar de boa gestão. Como ela faz diferença!”

Perante uma plateia com muitas autoridades e empresários, o presidente do BNDES reconheceu que os recursos destinados à Paraíba têm sido muito abaixo do potencial que o Estado está credenciado: são cerca de R$ 200 milhões anuais, quando deveria ser – pelo menos – R$ 750 milhões, valor que ele fixou como meta do BNDES para 2018.

Ao se reportar aos pré-candidatos extremistas ao governo, sem citar os nomes de Lula (PT) e Jair Bolsonaro (ainda no PSC), Rabello afirmou que “os extremos existem para qualificar o meio”.

O palestrante disse que era inaceitável o rombo atual nas contas públicas do País: “Nenhum País do mundo vai a lugar nenhum com um déficit anual de R$ 169 bilhões”.

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Para o economista, o fundamental é “transformar” as eleições do ano que vem “numa pauta, numa bula, que tenha que ser seguida por quem foi eleito presidente”.

E acrescentou: “A voragem ´de Brasília´ está consumindo todos os recursos”, citando em seguida que o País gasta cerca de R$ 2 bilhões (em cada de útil) apenas para amortizar os juros de sua astronômica dívida.

Paulo Rabello se mostrou particularmente preocupado em ajudar a retomada do peso do setor industrial no PIB (produto interno bruto) do Pais: “A indústria não é lugar de tributar e nem de arrecadar. Tributos no Brasil têm donos”.

Paulo Rabello de Castro falou sobre a situação atual da macroeconomia brasileira: “Pior não vai ser! O pior já passou. Já saímos da recessão, mas não de suas consequências”.

*fonte: coluna Aparte

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