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Campina Grande - PB

Parlamentares disputam a presidência do partido Livres em João Pessoa

12/09/2017 às 16:36

Fonte: Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba)

Alguns partidos trocaram de nome com o intuito de superar o desgaste generalizado da política para enfrentar o processo eleitoral de 2018, a exemplo do PSL, que agora passa a se chamar Livres.

Mas, nem bem trocou de nome na Paraíba, o partido passa por um conflito pela disputa da presidência.

De um lado está o deputado Tião Gomes, que está na presidência há 12 anos ainda quando a legenda era PSL, e do outro o vereador Lucas de Brito, que quer renovar o Livres como um todo.

Em entrevista a imprensa, o deputado Tião Gomes se mostra relutante em deixar o cargo de presidente da executiva do Livres e disse não se importar com o tempo de exercício.

Ele citou como exemplo o senador José Maranhão, que preside o PMDB por quase 4 décadas.

Foto: Montagem/paraibaonline

“Se ele que é mais velho que eu está no partido há vários anos, por que eu não posso também?”, indagou o parlamentar.

Para Tião Gomes, a dissidência sempre existiu dentro partido, até porque ele e o vereador Lucas são opositores em termos de apoio político. Enquanto ele apoia o PSB do governador Ricardo Coutinho, Lucas apoia o PSD de Luciano Cartaxo.

“Isso é a democracia e eu tenho que administrar essas questões internamente. Eu serei candidato a presidente e ele será candidato também e quem ganhar vai assumir o cargo”, disse.

O deputado considera saudável para o Livre a disputa entre dois, membros porque o partido está crescendo.

“Há os que gostam do movimento livre, que eu não apoio e sou contra, mas dentro do PSL puro eu sou maioria. O Livres está chegando agora, mas isso é bom para podemos mostrar ao partido o que temos a oferecer em termos de renovação, crescimento, entre outros fatores”, disse.

Embora respeitando o posicionamento de Lucas de Brito, o deputado lembrou que tem 12 anos de partido e que conseguiu fazer 190 diretórios na Paraíba.

“Quantos ele tem? Nenhum. A diferença está aí e nós estamos livres, mas para conversar. Agora para aceitar as posições do Livres não, porque somos divergentes”, completou.

 

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