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Campina Grande - PB

Deputada diz que aposentadoria de Temer é um exemplo de desvio previdenciário

Caixa eletrônico da Secretaria de Saúde de CG é explodido durante a madrugada - image data on https://paraibaonline.com.br07/04/2017 às 18:39

Fonte: Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba)

Caixa eletrônico da Secretaria de Saúde de CG é explodido durante a madrugada - image  on https://paraibaonline.com.br

foto: Paraibaonline

A deputada Estela Bezerra disse durante a sessão especial realizada na Assembleia Legislativa, nesta sexta-feira (07), para debater a Reforma da Previdência, que concorda com a mudança, mas não da forma como está imposta pelo governo federal.

Segundo ela, a reforma deveria evitar desvios, a exemplo da aposentadoria do presidente Michel Temer, que foi contemplado aos 53 anos recebendo um benefício de R$ 33 mil mensalmente, que se caracteriza um tipo de desvio da Previdência e não penalizar o trabalhador rural e as mulheres.

“O governo federal fala de um déficit, mas não vê que certas regras não foram aplicadas às grandes corporações como por exemplo também a do Judiciário. Então, vamos discutir a reforma observando onde há desvio e não penalizando por uma regra geral quem mais trabalha, contribui e dá mais sustentabilidade à economia do nosso país”, disse.

Para a deputada, a proposta de reforma do presidente Michel Temer tem que ser rechaçada do início ao fim, até porque não existe nada que se aproveite. “O presidente está apenas fazendo cortina de fumaça dizendo que vai fazer alterações, mas o que nós queremos é discutir a reforma com outras bases, observando de verdade quais são os desvios e atacando-os porque a reforma que está se precisando é de gestão e não uma reforma de regras”, ressaltou.

Estela explicou ainda que o maior problema hoje da Previdência em relação ao déficit, é a sonegação, que se faz um problema de gestão e não de uma regra geral.

A deputada fez uma alerta ainda à bancada federal da Paraíba, que se votar contra o povo, certamente, não esquecerá o grande dano que se está fazendo à nação e aos trabalhadores. “O povo está antenado àquilo que atinge, principalmente, a sua autonomia financeira”, avaliou.

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