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Campina Grande - PB

Insegurança tem modificado rotina da população, que sente no bolso seus efeitos

Governador antecipa o fim do racionamento em Campina Grande - image data on https://paraibaonline.com.br17/03/2017 às 10:53

Fonte: Da Redação

A insegurança na Paraíba tem afetado diversas áreas da sociedade. Em Campina Grande a premissa é a mesma.

Governador antecipa o fim do racionamento em Campina Grande - image  on https://paraibaonline.com.br

Foto: Paraibaonline

Na área comercial, por exemplo, os crescentes casos de violência têm trazido muitos prejuízos para os empresários e funcionários.

É o que relata o presidente da CDL de Campina Grande, Artur Almeida. Segundo ele, muitos comerciantes da área central da cidade têm evitado estender o horário de funcionamento do estabelecimento por temerem a ação dos bandidos.

Nos bairros, os casos de assaltos são mais frequentes, o que tem obrigado o empresário a usar grades para se proteger e proteger o patrimônio.

Para o representante do segmento das escolas particulares da cidade, Antônio Andrade, devido aos altos índices, os empresários do setor estão investindo mais do que o comum em segurança, como câmeras de vigilância, cercas elétricas, entre outros.

Com o investimento maior em segurança privada, os estabelecimentos são obrigados a elevar os preços para o consumidor final, devido aos custos operacionais.

Um segmento que tem realizado isso é o de farmácias, segundo informou o presidente do sindicato da categoria, Neilton Neves.

Segundo ele, as farmácias são obrigadas por lei a terem pelo menos duas funcionando 24h. Em Campina, apenas uma cumpre o horário atualmente, porém com a iminência de fechar.

Neilton ressalta que os assaltos são frequentes e que acontecem em qualquer momento.

A violência ultrapassa os limites urbanos e já faz tempo que deixou de ser um problema das grandes cidades. A cada dia ela assusta a zona rural, o que, segundo a presidente do sindicato dos Trabalhadores Rurais de Campina Grande, Maria Adelino, tem causado um grande êxodo.

Para ela, o Estatuto da Criança e do Adolescente tem contribuído para o aumento da violência, já que não permite que elas trabalhem, mesmo que muitas ainda estejam fora da sala de aula.

*Com informações de Reportagem Especial da Rádio Campina FM

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